Durante seu discurso sobre a inconstitucionalidade da “Lei das Calçadas” em Pimenta Bueno, no Auditório do CDL, o Presidente da OAB Subseção local, Dr. Noel Nunes de Andrade, disse que o fato dos vereadores aprovarem uma lei, conscientes de que ela prejudicaria as famílias menos favorecidas, DÁ A ENTENDER que os edis pimentenses se deixam levar por influências externas.
O vereador Presidente da Câmara, Rodnei Lopes Pedroso, que NÃO ENTENDEU a fala do Dr. Noel, replicou defendendo os vereadores, afirmando que eles são autônomos e instruídos o suficiente para criarem, vetarem ou alterarem qualquer lei municipal. E disto ninguém duvida. Mas não foi isso que o Dr. Noel disse. Ele apenas apontou que DÁ A ENTENDER que os vereadores, ou a maior parte deles, são influenciáveis.
Comecei esta ‘via sacra’ escrevendo isto, para que muitos de meus leitores, depois, não venham dizer que AFIRMEI coisas que NÃO AFIRMEI, até porque, o que pretendo fazer neste texto é, como pensador que sou, levantar questionamentos para contribuir com a formação de opinião de quem possa se interessar pela política atual, especialmente de Rondônia e de Pimenta Bueno.
Portanto, questiono: O que leva bons nomes da política a apoiarem um “ficha suja” em campanha eleitoral? ME DÁ A ENTENDER que assim o fazem, em primeiro lugar, pelo DINHEIRO. Sim, porque dinheiro é uma coisa que todos nós estamos necessitando a todo instante. E levando em consideração que os “ficha suja” assim estão condenados porque, no mínimo, foram gananciosos com relação ao erário público, devem ter recursos monetários suficientes para comprar o apoio de bons políticos na tentativa de amenizarem a sujeira na qual atolaram seus nomes.
Em segundo lugar, DÁ A ENTENDER que os bons políticos apóiam candidaturas de “fichas sujas” pelos ACORDOS E INTERESSES PESSOAIS. Sim, porque se fosse pelo INTERESSE DA POPULAÇÃO, criadora da Leia da “Ficha Limpa”, os bons políticos jamais apoiariam candidaturas de nomes indeferidos por este plausível motivo.
Por fim, em terceiro lugar, acredito que bons nomes da política apóiam “fichas sujas” na campanha eleitoral pelo simples fato de serem SERVOS, ou, como preferem muitos, PAUS MANDADOS daqueles que, apesar do nome enlameado na justiça, acreditam ser superiores a eles que, por sua vez, apesar de à duras penas manterem o nome ilibado, não resistem ao vício da servidão, que em muitos casos chega às margens da escravidão.
Em suma, o que posso ver, levando em consideração minha grande ignorância e falta de conhecimento, é que bons nomes da política apóiam “ficha suja” durante a campanha eleitoral por dinheiro, interesses pessoais e por serem paus mandados, que em muitos aspectos, como também foi DADO A ENTENDER ao Dr. Noel Nunes de Andrade, podem sim se deixar influenciar por forças exteriores às suas mentes.
Se não for isto, eis a oportunidade: que nos mostrem o contrário!
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sábado, 7 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
O perigo de se votar em candidatos indeferidos pela “Ficha Limpa”
A Lei da “Ficha Limpa” é tão somente um requisito imposto para que os bons nomes permaneçam na política. Por exemplo, quando uma empresa vai contratar uma secretária, há uma série de requisitos que as candidatas a esta vaga têm que preencher como escolaridade e cursos diversos. A “Ficha Limpa” é justamente isto, um “requisito” aprovado em Brasília como condição para o candidato concorrer nas eleições.
O “requisito” é NÃO ter condenação colegiada (por mais de um juiz), o que não foi o caso, por exemplo, do deputado estadual Kaká Mendonça, que tentava disputar reeleição. Ele é acusado de desviar recursos da Assembléia Legislativa, crime descoberto nas investigações que resultaram na Operação Dominó da Polícia Federal, e tem sentença inclusive com condenação de prisão, que neste momento está sob recurso.
Em Pimenta Bueno quase 6 mil eleitores viram seus votos irem pelo ralo depois que os depositaram em nome da ex-candidata a prefeita, Inês Zanol, que na época da eleição enfrentava problemas com a justiça. É do conhecimento de todos que, depois, os votos lhe foram validados, quando a justiça a julgou INOCENTE em muitas questões, mas, já era tarde, ou seja, seus eleitores já tinham passado pelo constrangimento de verem seus votos anulados por um curto período.
Casos como o da ex-prefeita de Rolim de Moura, Mileni Mota e da vereadora Sandra Moraes que não tomou posse em Porto Velho, enfatizam o perigo de se votar em candidatos que enfrentam problemas na justiça, seja pela Lei da “Ficha Limpa”, ou por outros motivos como prestações de contas pendentes e problemas com certidões e documentações em geral, pois os milhares de votos perdidos nesses casos não se recuperam mais.
A TENDÊNCIA, neste momento, é que os nomes indeferidos em Rondônia permaneçam assim em Brasília, depois que os envolvidos recorrerem ao Tribunal Superior Eleitoral – TSE, que deverá acompanhar as decisões do Tribunal Regional Eleitoral – TRE. E no “pacote” estão personalidades da nossa política como Ivo Cassol – tentando o Senado, Expedito Júnior – tentando o governo, Kaká Mendonça – tentando reeleição para deputado estadual, dentre muitos outros como Natan Donadon, Mélki Donadon e Daniela Amorim.
Vale ressaltar que todos os nomes que caíram pela Lei da “Ficha Limpa” em Rondônia, não chegam a 10% do total de candidatos. Logo, os eleitores rondonienses têm a oportunidade de provocarem renovo na Assembléia Legislativa e no Governo estadual, votando apenas em nomes que cumprem os requisitos da “Ficha Limpa”, já que ainda restam em torno de 400 nomes sem o menor envolvimento com as bandalheiras que ouvimos falar e acompanhamos pela Imprensa.
Na minha opinião, já que os nomes envolvidos com “ficha suja” são poucos diante da grande quantidade de candidatos, a Justiça Eleitoral do Brasil tem a oportunidade de mostrar trabalho, e quero acreditar que o fará, analisando os casos e fazendo valer a aplicabilidade da Lei Eleitoral sobre os que trazem consigo as prerrogativas para esta ação justa.
Votar em nomes como os citados há pouco representa, no mínimo, indiferença com o soberano ato da cidadania, principalmente para escolher os representantes que vão nortear decisões que influenciam diretamente na vida do cidadão em setores cruciais à qualidade de vida das pessoas como na educação, na saúde, na infra-estrutura das cidades, na infra-estrutura dos municípios e no desenvolvimento do estado como economia potencialmente viável ao povo que nele trabalha alimentado o sonho da prosperidade.
Especialmente no caso de Pimenta Bueno, já que sou de Pimenta Bueno, e já que o meu jornal eletrônico e o meu blog têm sede nesta cidade, votar em Kaká Mendonça para deputado estadual é o mesmo que atirar o voto ao escuro, porque coisa certa é que mantenha sua candidatura até as últimas conseqüências, e não nos é possível saber, neste instante, até quando poderá se arrastar em Brasília as definições em torno de seu nome, como em torno do nome dos demais envolvidos.
O mais provável é que, mesmo concorrendo e vencendo as eleições – pois está grandemente difundido em toda região pelos serviços prestados às comunidades, não tome posse, justamente por decorrência dos processos que enfrenta na justiça, e ainda mais por não possuir o último requisito exigido pela lei eleitoral, que é o de não ter condenação colegiada, como disse anteriormente.
Pimenta Bueno oferece outras duas opções “ficha limpa” para os eleitores votarem para deputado estadual: Alessandra Vidigal (PT) e Brito do INCRA (PSDC). São nomes novos para a política local e, que a meu ver, merecem uma chance, já que os “macacos velhos” da nossa política mostraram, e muito, para que vieram.
O “requisito” é NÃO ter condenação colegiada (por mais de um juiz), o que não foi o caso, por exemplo, do deputado estadual Kaká Mendonça, que tentava disputar reeleição. Ele é acusado de desviar recursos da Assembléia Legislativa, crime descoberto nas investigações que resultaram na Operação Dominó da Polícia Federal, e tem sentença inclusive com condenação de prisão, que neste momento está sob recurso.
Em Pimenta Bueno quase 6 mil eleitores viram seus votos irem pelo ralo depois que os depositaram em nome da ex-candidata a prefeita, Inês Zanol, que na época da eleição enfrentava problemas com a justiça. É do conhecimento de todos que, depois, os votos lhe foram validados, quando a justiça a julgou INOCENTE em muitas questões, mas, já era tarde, ou seja, seus eleitores já tinham passado pelo constrangimento de verem seus votos anulados por um curto período.
Casos como o da ex-prefeita de Rolim de Moura, Mileni Mota e da vereadora Sandra Moraes que não tomou posse em Porto Velho, enfatizam o perigo de se votar em candidatos que enfrentam problemas na justiça, seja pela Lei da “Ficha Limpa”, ou por outros motivos como prestações de contas pendentes e problemas com certidões e documentações em geral, pois os milhares de votos perdidos nesses casos não se recuperam mais.
A TENDÊNCIA, neste momento, é que os nomes indeferidos em Rondônia permaneçam assim em Brasília, depois que os envolvidos recorrerem ao Tribunal Superior Eleitoral – TSE, que deverá acompanhar as decisões do Tribunal Regional Eleitoral – TRE. E no “pacote” estão personalidades da nossa política como Ivo Cassol – tentando o Senado, Expedito Júnior – tentando o governo, Kaká Mendonça – tentando reeleição para deputado estadual, dentre muitos outros como Natan Donadon, Mélki Donadon e Daniela Amorim.
Vale ressaltar que todos os nomes que caíram pela Lei da “Ficha Limpa” em Rondônia, não chegam a 10% do total de candidatos. Logo, os eleitores rondonienses têm a oportunidade de provocarem renovo na Assembléia Legislativa e no Governo estadual, votando apenas em nomes que cumprem os requisitos da “Ficha Limpa”, já que ainda restam em torno de 400 nomes sem o menor envolvimento com as bandalheiras que ouvimos falar e acompanhamos pela Imprensa.
Na minha opinião, já que os nomes envolvidos com “ficha suja” são poucos diante da grande quantidade de candidatos, a Justiça Eleitoral do Brasil tem a oportunidade de mostrar trabalho, e quero acreditar que o fará, analisando os casos e fazendo valer a aplicabilidade da Lei Eleitoral sobre os que trazem consigo as prerrogativas para esta ação justa.
Votar em nomes como os citados há pouco representa, no mínimo, indiferença com o soberano ato da cidadania, principalmente para escolher os representantes que vão nortear decisões que influenciam diretamente na vida do cidadão em setores cruciais à qualidade de vida das pessoas como na educação, na saúde, na infra-estrutura das cidades, na infra-estrutura dos municípios e no desenvolvimento do estado como economia potencialmente viável ao povo que nele trabalha alimentado o sonho da prosperidade.
Especialmente no caso de Pimenta Bueno, já que sou de Pimenta Bueno, e já que o meu jornal eletrônico e o meu blog têm sede nesta cidade, votar em Kaká Mendonça para deputado estadual é o mesmo que atirar o voto ao escuro, porque coisa certa é que mantenha sua candidatura até as últimas conseqüências, e não nos é possível saber, neste instante, até quando poderá se arrastar em Brasília as definições em torno de seu nome, como em torno do nome dos demais envolvidos.
O mais provável é que, mesmo concorrendo e vencendo as eleições – pois está grandemente difundido em toda região pelos serviços prestados às comunidades, não tome posse, justamente por decorrência dos processos que enfrenta na justiça, e ainda mais por não possuir o último requisito exigido pela lei eleitoral, que é o de não ter condenação colegiada, como disse anteriormente.
Pimenta Bueno oferece outras duas opções “ficha limpa” para os eleitores votarem para deputado estadual: Alessandra Vidigal (PT) e Brito do INCRA (PSDC). São nomes novos para a política local e, que a meu ver, merecem uma chance, já que os “macacos velhos” da nossa política mostraram, e muito, para que vieram.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Valverde aponta incentivos fiscais e parceria com Prefeituras como pontos indispensáveis para o desenvolvimento de Rondônia
Foto: Arnaldo B. T. Martins

Assessoria - Aprimoramento do diálogo com o Governo Federal e ampliação da relação com os prefeitos do Estado estão entre os pontos que precisam ser fortalecidos na avaliação do candidato a governador Eduardo Valverde, da coligação “Rondônia Melhor Para Todos – PT/PSB”, que neste fim de semana cumpriu agenda em Porto Velho ao lado do candidato a vice-governador Cleiton Roque.
Para ele diversas ações merecem empenho do novo governador, como o fortalecimento e a ampliação da democracia rondoniense e o aprimoramento do diálogo com o Presidente da República.
“Passamos por um longo período de conflito entre o estado e a União. Isso tem que ser superado, até porque ainda continuaremos a depender dos investimentos do governo federal”, disse.
Para Valverde, a relação com os prefeitos também precisa ser melhorada. Segundo ele, dos 52 municípios, apenas quatro têm condições de “andar com as próprias pernas”. Por isso, observou, o apoio e a assistência do Estado às cidades é muito importante, para que os pequenos municípios possam capacitar-se, ordenar-se e preparar-se tecnicamente para o desenvolvimento.
Outra questão que deve ser enfrentada pelo governo estadual, na visão de Valverde, é como preparar o Estado para induzir o desenvolvimento. Com o fechamento do Beron, disse Valverde, o Estado ficou sem um instrumento de incentivo ao desenvolvimento.
“Retomar uma agência de fomento e constituir uma secretaria para esse desenvolvimento é indispensável para que o Estado não fique refém de decisões externas, de fora, e sim tome decisões de dentro para fora, para ordenar, estimular e induzir sua economia”, afirmou. Valverde salientou que a agência de fomento poderá captar recursos.
Quando a Usina de Madeira ficar pronta, informou, será gerada para Rondônia, em termos de royalties de energia, mais de R$ 50 milhões, que podem ser utilizados para estimular a micro, pequena e média empresa.
“Rondônia não pode retroceder. E é o Estado que precisa induzir o desenvolvimento dos setores econômicos. Para tanto, é necessário maturidade e incentivos ficais”, disse.
Educação - Valverde disse ainda que pretende promover o conhecimento, articulando a rede estadual de ensino tecnológico. “O estado não dispõe de uma rede de ensino médio profissional. Isso é ruim, porque há um gargalo e um apagão da mão de obra rondoniense. Hoje, boa parte das empresas que estão vindos para Rondônia traz mão de obra qualificada de fora”, disse.
Valverde destacou a necessidade de melhorar o sistema de educação no estado, para diminuir a evasão escolar e a repetência que, segundo ele, são muito altas.
“A feliz parceria entre o Estado, a União e os municípios é muito importante, principalmente para levar a educação até a área rural, onde há o maior índice de evasão escolar em face da péssima qualidade do ensino público estadual e também pela dificuldade dos alunos de irem à escola, porque o transporte escolar, em boa parte do ano, acaba não sendo viável por causa da péssima conservação das estradas vicinais”, destacou.
Tecnologia - Valverde disse considerar fundamental que seja instalada a Fundação de Amparo à Pesquisa e à Inovação Tecnológica, que foi criada por lei, mas ainda não foi regulamentada nem implementada. Ele argumentou que não se pode fazer desenvolvimento sem a inovação tecnológica.
Rodovias em RO_ Eduardo Valverde destacaram ainda, as obras previstas para o município de Guajará-Mirim (RO), entre elas, a restauração da rodovia BR-425, que ligará o Brasil à Bolívia, e se conectará à BR-364, ligando o Brasil ao Peru. “Como 80% do território de Guajará-Mirim é composto de unidades de conservação, precisamos encontrar alternativas para impulsionar a economia local. As obras transformarão a cidade num pólo industrial”, afirmou.
Assessoria - Aprimoramento do diálogo com o Governo Federal e ampliação da relação com os prefeitos do Estado estão entre os pontos que precisam ser fortalecidos na avaliação do candidato a governador Eduardo Valverde, da coligação “Rondônia Melhor Para Todos – PT/PSB”, que neste fim de semana cumpriu agenda em Porto Velho ao lado do candidato a vice-governador Cleiton Roque.
Para ele diversas ações merecem empenho do novo governador, como o fortalecimento e a ampliação da democracia rondoniense e o aprimoramento do diálogo com o Presidente da República.
“Passamos por um longo período de conflito entre o estado e a União. Isso tem que ser superado, até porque ainda continuaremos a depender dos investimentos do governo federal”, disse.
Para Valverde, a relação com os prefeitos também precisa ser melhorada. Segundo ele, dos 52 municípios, apenas quatro têm condições de “andar com as próprias pernas”. Por isso, observou, o apoio e a assistência do Estado às cidades é muito importante, para que os pequenos municípios possam capacitar-se, ordenar-se e preparar-se tecnicamente para o desenvolvimento.
Outra questão que deve ser enfrentada pelo governo estadual, na visão de Valverde, é como preparar o Estado para induzir o desenvolvimento. Com o fechamento do Beron, disse Valverde, o Estado ficou sem um instrumento de incentivo ao desenvolvimento.
“Retomar uma agência de fomento e constituir uma secretaria para esse desenvolvimento é indispensável para que o Estado não fique refém de decisões externas, de fora, e sim tome decisões de dentro para fora, para ordenar, estimular e induzir sua economia”, afirmou. Valverde salientou que a agência de fomento poderá captar recursos.
Quando a Usina de Madeira ficar pronta, informou, será gerada para Rondônia, em termos de royalties de energia, mais de R$ 50 milhões, que podem ser utilizados para estimular a micro, pequena e média empresa.
“Rondônia não pode retroceder. E é o Estado que precisa induzir o desenvolvimento dos setores econômicos. Para tanto, é necessário maturidade e incentivos ficais”, disse.
Educação - Valverde disse ainda que pretende promover o conhecimento, articulando a rede estadual de ensino tecnológico. “O estado não dispõe de uma rede de ensino médio profissional. Isso é ruim, porque há um gargalo e um apagão da mão de obra rondoniense. Hoje, boa parte das empresas que estão vindos para Rondônia traz mão de obra qualificada de fora”, disse.
Valverde destacou a necessidade de melhorar o sistema de educação no estado, para diminuir a evasão escolar e a repetência que, segundo ele, são muito altas.
“A feliz parceria entre o Estado, a União e os municípios é muito importante, principalmente para levar a educação até a área rural, onde há o maior índice de evasão escolar em face da péssima qualidade do ensino público estadual e também pela dificuldade dos alunos de irem à escola, porque o transporte escolar, em boa parte do ano, acaba não sendo viável por causa da péssima conservação das estradas vicinais”, destacou.
Tecnologia - Valverde disse considerar fundamental que seja instalada a Fundação de Amparo à Pesquisa e à Inovação Tecnológica, que foi criada por lei, mas ainda não foi regulamentada nem implementada. Ele argumentou que não se pode fazer desenvolvimento sem a inovação tecnológica.
Rodovias em RO_ Eduardo Valverde destacaram ainda, as obras previstas para o município de Guajará-Mirim (RO), entre elas, a restauração da rodovia BR-425, que ligará o Brasil à Bolívia, e se conectará à BR-364, ligando o Brasil ao Peru. “Como 80% do território de Guajará-Mirim é composto de unidades de conservação, precisamos encontrar alternativas para impulsionar a economia local. As obras transformarão a cidade num pólo industrial”, afirmou.
domingo, 1 de agosto de 2010
Eduardo Valverde prestigia festividades populares em Porto Velho
Fotos: Arnaldo Martins - Para ver as Fotos em tamanho grande basta clicar sobre as imagens.

Arnaldo Martins - Depois de ver sua candidatura deferida com menção honrosa no Tribunal Regional Eleitoral – TRE, na sexta-feira (30), o candidato a governador de Rondônia pela coligação “Rondônia Melhor para Todos” – PT/PSB, Eduardo Valverde, prestigiou dois arraiais na noite deste sábado (31), sendo o Arraiá do Coroné e o Arraial do Sertão.
No primeiro evento Valverde assistiu uma bela apresentação de quadrilha, e no segundo, além encontrar eleitores que demonstraram verdadeira paixão por sua candidatura, deliciou-se com um saboroso vatapá em uma das tradicionais barracas.
Estimulador da Cultura no estado de Rondônia enquanto deputado federal, Eduardo Valverde calcula ter investido no setor em torno de R$ 5 milhões de reais através de emendas parlamentares de sua autoria, fomentando os mais variados segmentos culturais como arraiais (quadrilhas e bois bumbás), cinema (Cine Amazônia), teatro (Palco em Movimento) e festividades culturais como Jerusalém de Nazaré e Festa do Divino, dentre tantos outros.
Eduardo Valverde acredita que o Estado está apenas tendo a função paternalista de mero produtor de eventos, renegando o incentivo e reconhecimento a outros saberes e fazeres culturais, inibindo a inventividade, a fruição, a pesquisa e a possibilidade de formação e o que é pior, vedando a visualização e a prática da ação cultural enquanto mola propulsora e geradora de cidadania e riquezas.

“Por isso precisamos criar e desenvolver o Programa de política Cultural do Estado de Rondônia, acenando para os agentes e produtores culturais, para as cidadãs e cidadãos, como alvos prioritários da ação cultural descentralizada e transformadora por meio do acesso e da oportunidade”, diz Valverde.
Ele entende que a implantação do programa de incentivo tributário para as realizações artísticas é ponto vitalício para que centenas de artistas, especialmente jovens e adolescentes, tenham a oportunidade de integrar um grupo teatral ou de dança, ou ainda simplesmente assistir uma peça.
Arnaldo Martins - Depois de ver sua candidatura deferida com menção honrosa no Tribunal Regional Eleitoral – TRE, na sexta-feira (30), o candidato a governador de Rondônia pela coligação “Rondônia Melhor para Todos” – PT/PSB, Eduardo Valverde, prestigiou dois arraiais na noite deste sábado (31), sendo o Arraiá do Coroné e o Arraial do Sertão.
No primeiro evento Valverde assistiu uma bela apresentação de quadrilha, e no segundo, além encontrar eleitores que demonstraram verdadeira paixão por sua candidatura, deliciou-se com um saboroso vatapá em uma das tradicionais barracas.
Estimulador da Cultura no estado de Rondônia enquanto deputado federal, Eduardo Valverde calcula ter investido no setor em torno de R$ 5 milhões de reais através de emendas parlamentares de sua autoria, fomentando os mais variados segmentos culturais como arraiais (quadrilhas e bois bumbás), cinema (Cine Amazônia), teatro (Palco em Movimento) e festividades culturais como Jerusalém de Nazaré e Festa do Divino, dentre tantos outros.
Eduardo Valverde acredita que o Estado está apenas tendo a função paternalista de mero produtor de eventos, renegando o incentivo e reconhecimento a outros saberes e fazeres culturais, inibindo a inventividade, a fruição, a pesquisa e a possibilidade de formação e o que é pior, vedando a visualização e a prática da ação cultural enquanto mola propulsora e geradora de cidadania e riquezas.
“Por isso precisamos criar e desenvolver o Programa de política Cultural do Estado de Rondônia, acenando para os agentes e produtores culturais, para as cidadãs e cidadãos, como alvos prioritários da ação cultural descentralizada e transformadora por meio do acesso e da oportunidade”, diz Valverde.
Ele entende que a implantação do programa de incentivo tributário para as realizações artísticas é ponto vitalício para que centenas de artistas, especialmente jovens e adolescentes, tenham a oportunidade de integrar um grupo teatral ou de dança, ou ainda simplesmente assistir uma peça.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Visão atualizada do quadro de disputas pelo governo de Rondônia
ASCENSÃO E QUEDA
Quando transitava livremente pelos quatro cantos do estado de Rondônia, ao lado do então inoxidável governador, Ivo Cassol, Expedito Júnior (PSDB), atualmente disputando a vaga do palácio Getúlio Vargas, experimentou um dos raros momentos de ascensão que teve em sua trajetória política. Entretanto, depois que viu as letras do seu nome se distorcerem no meio dos respingos inevitavelmente enlameadores da “ficha suja”, está vendo agora sua campanha declinar, mesmo que lentamente. Sua queda é quase que improvável, mas o nome enlameado para disputar o governo de Rondônia é uma dura realidade.
MAS POR QUE?
É até aceitável que no começo Expedito estava com boas intenções de votos. Por quase 6 meses foi o único candidato do governo do estado. Mas depois do rompimento com o grupo de Cassol, perdeu vários partidos de peso como o DEM e o PSB nas convenções, ficando ao seu lado alguns partidos comandados por ‘caciques’, onde praticamente não há ‘índios’ (militantes). Outro aspecto que desenha este declínio é ter sido eleito pelo seu ex-aliado, Ivo Cassol, como alvo principal da sua artilharia (e que artilharia).
ESTAGNAÇÃO
Abraçado calorosamente pelos grandes nomes do PMDB de Rondônia, Confúcio Moura iniciou uma campanha eleitoral para governador alicerçada no letrado discurso sobre a boa administração que exerceu em Ariquemes como prefeito. A euforia dos primeiros momentos parece dar, atualmente, certo ar de apatia quando se leva em consideração a estagnação em que se encontra sua campanha pelo estado, sobretudo pelo fato de ter sido deputado federal por 12 anos, e ter direcionado suas emendas parlamentares apenas para municípios onde exercia alguma influência política, o que não foi o caso de Pimenta Bueno e tantos outros municípios rondonianos.
POR QUE?
Um dos aspectos que estagnou a campanha de Confúcio Moura foi o grupo pesado do PMDB rondoniense, que agrega muitos resquícios dos 4 anos do governo Raupp, que não trazem boas recordações aos eleitores como a falência do Beron e os constantes atrasos de pagamentos dos salários dos servidores públicos. Outro fato é que, além de aliar-se aos Democratas, partido que tem como maior liderança o ex-governador José de Abreu Bianco, responsável pela demissão de mais de 10 mil pais de famílias no ano de 2.000, de onde se ouvem relatos dando conta de que mais de 100 pessoas teriam morrido com problemas decorridos das demissões, trouxe para o seu palanque o grupo político da família Gurgacz, que na pré-campanha, de acordo com alguns institutos de pesquisas eleitorais, era a que apresentava maior índice de rejeição dentre todos os candidatos a governo.
VICE DISPUTANDO MAJORITÁRIA
João Cahula, também disputando a vaga majoritária rondoniense, foi chefe de gabinete de Cassol na prefeitura de Rolim de Moura, e vice do mesmo Cassol no governo do estado. Assumiu o governo recentemente através do afastamento do grande chefe, que foi concorrer ao Senado. Levando em consideração o desgaste sofrido por Expedito Júnior, que está sendo empurrado para um eminente declínio de campanha, e diante da estagnação em que parece ter estacionado a campanha de Confúcio Moura, João Cahula pode respirar um pouco aliviado por ter nas mãos a “máquina governamental”, e conseqüentemente a sua estrutura logística, que sob muitos aspectos lhe é extremamente favorável. Todavia, amarga o convívio quase que diário e o relacionamento com nomes “ficha suja” que compõem a sua nominata.
LARGADA E CHEGADA
A “turma do PT” é famosa em todo país por começar uma campanha eleitoral de modo simpático, e terminá-la de modo avassalador. Tanto é que Lula, o Presidente do Brasil, demorou para se eleger, mas quando o fez, se reelegeu facilmente; e se pudesse concorrer terceira vez consecutiva, se reelegeria com a mesma facilidade. A mesma estratégia pode estar sendo aplicada na campanha do PT de Rondônia, encabeçada por Eduardo Valverde, que coligou com o PSB, de Cleiton Roque, para disputar o governo do estado. A campanha que iniciou tímida começa a se encorpar e tomar proporção por onde passa. Pode-se afirmar que a campanha da coligação “Rondônia Melhor para Todos” é a que mais cresceu até agora.
PARA O ALTO E AVANTE!
Talvez o segredo do crescimento da campanha do PT e do PSB em Rondônia se deva ao fato dos candidatos serem todos “ficha limpa”. Eduardo Valverde, por exemplo, com apenas 8 anos de mandato como deputado federal, além de ter direcionado emendas parlamentares para grande parte dos municípios de Rondônia, nunca permitiu o envolvimento de seu nome com as bandalheiras submetidas aos rigores da lei do “ficha limpa”. Esta realidade tem animado muitos eleitores, que recebem a “Caravana Ficha Limpa” com muito otimismo por onde passa. Os candidatos do PT e do PSB de Rondônia, neste momento, estão fazendo campanha porque não precisam perder tempo limpando sua ficha com a justiça eleitoral.
EQUILÍBRIO
O PT é um partido famoso por, também, ser um grande estrategista, a começar pela aglutinação de uma militância invejada por todos os adversários que até podem conseguir milhares de votos, mas dificilmente contam com uma equipe totalmente desprendida e fiel aos seus ideais. Uma estratégia que parece estar dando certo na campanha em Rondônia parece ter sido o fato de escolher o único candidato a governador da capital Porto Velho, na região Norte, que é o maior colégio eleitoral do estado, e um vice de Pimenta Bueno, interior, região Sul. O primeiro é o católico mais experiente; o segundo o evangélico jovem e determinado. O primeiro possui vasto conhecimento administrativo; o segundo, formado e pós-graduado, com vasto conhecimento das adversidades sofridas pela população do interior. O primeiro é uma referência ilibada de “ficha limpa”; o segundo, também...
PESO NA INDICAÇÃO
Outro grande diferencial que respalda a candidatura de Eduardo Valverde é o fato de ter recebido um pedido da candidata do PT a presidente do Brasil, Dilma Roussef, para encarar essa empreitada, tendo ainda o apoio do atual presidente, Luis Inácio Lula da Silva. Eduardo Valverde que tinha uma reeleição fácil, sob vários aspectos, para deputado federal, preferiu atender ao chamado de seus superiores, até porque acredita que desta forma terá mais acesso aos recursos federais para trabalhar o desenvolvimento interno com maior folga, sobretudo nas áreas da educação, saúde, industrialização e produção rural.
O quadro ainda não está definido, mas por enquanto isto é o que posso ver. Todavia esta coluna não é apenas minha, de forma que estou aberto às novas idéias e discussões. Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail pburgente@hotmail.com.
Quando transitava livremente pelos quatro cantos do estado de Rondônia, ao lado do então inoxidável governador, Ivo Cassol, Expedito Júnior (PSDB), atualmente disputando a vaga do palácio Getúlio Vargas, experimentou um dos raros momentos de ascensão que teve em sua trajetória política. Entretanto, depois que viu as letras do seu nome se distorcerem no meio dos respingos inevitavelmente enlameadores da “ficha suja”, está vendo agora sua campanha declinar, mesmo que lentamente. Sua queda é quase que improvável, mas o nome enlameado para disputar o governo de Rondônia é uma dura realidade.
MAS POR QUE?
É até aceitável que no começo Expedito estava com boas intenções de votos. Por quase 6 meses foi o único candidato do governo do estado. Mas depois do rompimento com o grupo de Cassol, perdeu vários partidos de peso como o DEM e o PSB nas convenções, ficando ao seu lado alguns partidos comandados por ‘caciques’, onde praticamente não há ‘índios’ (militantes). Outro aspecto que desenha este declínio é ter sido eleito pelo seu ex-aliado, Ivo Cassol, como alvo principal da sua artilharia (e que artilharia).
ESTAGNAÇÃO
Abraçado calorosamente pelos grandes nomes do PMDB de Rondônia, Confúcio Moura iniciou uma campanha eleitoral para governador alicerçada no letrado discurso sobre a boa administração que exerceu em Ariquemes como prefeito. A euforia dos primeiros momentos parece dar, atualmente, certo ar de apatia quando se leva em consideração a estagnação em que se encontra sua campanha pelo estado, sobretudo pelo fato de ter sido deputado federal por 12 anos, e ter direcionado suas emendas parlamentares apenas para municípios onde exercia alguma influência política, o que não foi o caso de Pimenta Bueno e tantos outros municípios rondonianos.
POR QUE?
Um dos aspectos que estagnou a campanha de Confúcio Moura foi o grupo pesado do PMDB rondoniense, que agrega muitos resquícios dos 4 anos do governo Raupp, que não trazem boas recordações aos eleitores como a falência do Beron e os constantes atrasos de pagamentos dos salários dos servidores públicos. Outro fato é que, além de aliar-se aos Democratas, partido que tem como maior liderança o ex-governador José de Abreu Bianco, responsável pela demissão de mais de 10 mil pais de famílias no ano de 2.000, de onde se ouvem relatos dando conta de que mais de 100 pessoas teriam morrido com problemas decorridos das demissões, trouxe para o seu palanque o grupo político da família Gurgacz, que na pré-campanha, de acordo com alguns institutos de pesquisas eleitorais, era a que apresentava maior índice de rejeição dentre todos os candidatos a governo.
VICE DISPUTANDO MAJORITÁRIA
João Cahula, também disputando a vaga majoritária rondoniense, foi chefe de gabinete de Cassol na prefeitura de Rolim de Moura, e vice do mesmo Cassol no governo do estado. Assumiu o governo recentemente através do afastamento do grande chefe, que foi concorrer ao Senado. Levando em consideração o desgaste sofrido por Expedito Júnior, que está sendo empurrado para um eminente declínio de campanha, e diante da estagnação em que parece ter estacionado a campanha de Confúcio Moura, João Cahula pode respirar um pouco aliviado por ter nas mãos a “máquina governamental”, e conseqüentemente a sua estrutura logística, que sob muitos aspectos lhe é extremamente favorável. Todavia, amarga o convívio quase que diário e o relacionamento com nomes “ficha suja” que compõem a sua nominata.
LARGADA E CHEGADA
A “turma do PT” é famosa em todo país por começar uma campanha eleitoral de modo simpático, e terminá-la de modo avassalador. Tanto é que Lula, o Presidente do Brasil, demorou para se eleger, mas quando o fez, se reelegeu facilmente; e se pudesse concorrer terceira vez consecutiva, se reelegeria com a mesma facilidade. A mesma estratégia pode estar sendo aplicada na campanha do PT de Rondônia, encabeçada por Eduardo Valverde, que coligou com o PSB, de Cleiton Roque, para disputar o governo do estado. A campanha que iniciou tímida começa a se encorpar e tomar proporção por onde passa. Pode-se afirmar que a campanha da coligação “Rondônia Melhor para Todos” é a que mais cresceu até agora.
PARA O ALTO E AVANTE!
Talvez o segredo do crescimento da campanha do PT e do PSB em Rondônia se deva ao fato dos candidatos serem todos “ficha limpa”. Eduardo Valverde, por exemplo, com apenas 8 anos de mandato como deputado federal, além de ter direcionado emendas parlamentares para grande parte dos municípios de Rondônia, nunca permitiu o envolvimento de seu nome com as bandalheiras submetidas aos rigores da lei do “ficha limpa”. Esta realidade tem animado muitos eleitores, que recebem a “Caravana Ficha Limpa” com muito otimismo por onde passa. Os candidatos do PT e do PSB de Rondônia, neste momento, estão fazendo campanha porque não precisam perder tempo limpando sua ficha com a justiça eleitoral.
EQUILÍBRIO
O PT é um partido famoso por, também, ser um grande estrategista, a começar pela aglutinação de uma militância invejada por todos os adversários que até podem conseguir milhares de votos, mas dificilmente contam com uma equipe totalmente desprendida e fiel aos seus ideais. Uma estratégia que parece estar dando certo na campanha em Rondônia parece ter sido o fato de escolher o único candidato a governador da capital Porto Velho, na região Norte, que é o maior colégio eleitoral do estado, e um vice de Pimenta Bueno, interior, região Sul. O primeiro é o católico mais experiente; o segundo o evangélico jovem e determinado. O primeiro possui vasto conhecimento administrativo; o segundo, formado e pós-graduado, com vasto conhecimento das adversidades sofridas pela população do interior. O primeiro é uma referência ilibada de “ficha limpa”; o segundo, também...
PESO NA INDICAÇÃO
Outro grande diferencial que respalda a candidatura de Eduardo Valverde é o fato de ter recebido um pedido da candidata do PT a presidente do Brasil, Dilma Roussef, para encarar essa empreitada, tendo ainda o apoio do atual presidente, Luis Inácio Lula da Silva. Eduardo Valverde que tinha uma reeleição fácil, sob vários aspectos, para deputado federal, preferiu atender ao chamado de seus superiores, até porque acredita que desta forma terá mais acesso aos recursos federais para trabalhar o desenvolvimento interno com maior folga, sobretudo nas áreas da educação, saúde, industrialização e produção rural.
O quadro ainda não está definido, mas por enquanto isto é o que posso ver. Todavia esta coluna não é apenas minha, de forma que estou aberto às novas idéias e discussões. Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail pburgente@hotmail.com.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Pimenta Bueno terá mais uma oportunidade. Deixará passar novamente?
Pimenta Bueno volta a ter a oportunidade de se colocar politicamente no cenário rondoniense com a candidatura de Cleiton Roque (PSB) a vice-governador ao lado de Eduardo Valverde (PT), que é de Porto Velho, equilibrando geograficamente as potencialidades políticas administrativas do estado.
Houve um tempo em que o nosso município conseguiu eleger dois deputados estaduais, que não souberam aproveitar a força política em favor da nossa população, deixando passar os anos de seus mandatos engalfinhados em mesquinharias politiqueiras; fazendo birra um contra o outro, enquanto Pimenta Bueno afundava no descaso.
Analisando friamente
Se Kaká Mendonça conseguir passar pelo “Ficha Limpa”, o que até o momento é muito improvável, Pimenta Bueno volta a ter a chance de eleger dois deputados, já que Brito do Incra também está no páreo, dividindo os votos locais e regionais.
Levando em consideração que a maior probabilidade é de que Kaká Mendonça seja impedido pelo “Ficha Limpa”, Brito do Incra seria eleito com certa facilidade, até porque muitos pimentenses entendem a importância de se votar em candidato local, sabendo que candidatos de outros municípios, vencendo, terão como prioridade de investimento suas bases eleitorais, ou seja, os municípios onde residem e concentram a maior parte de seus compromissos.
Pimenta no governo
O aspecto que começa a se criar é o de Brito do Incra na Assembléia Legislativa e Cleiton Roque como vice-governador, ao lado de Eduardo Valverde. Alguns teimam em dizer que o vereador pimentense, como vice-governador, pouco faria pela cidade, o que não é verdade.
Transitando às portas abertas na Administração Estadual em Porto Velho, Cleiton Roque seria fundamental para a abertura de muitos implementos para o nosso município, até porque já tem a garantia do PT para investimentos locais, uma vez que a base eleitoral da região será fundamental para o governo do PT em Rondônia, como demonstrou a carreata da semana passada, a maior de 13 municípios na linha da BR 364.
A região da Zona da Mata, principalmente em sua cidade sede, Rolim de Moura, é tradicional para a eleição de governadores, vice-governadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores. Mas a exemplo do que hoje se constata caminhando pelas ruas da cidade, que se encontra abandonada ao descaso dessas representatividades, está mais do que na hora de renovar o comando de Rondônia, por que não, potencializando essa força administradora em duas vertentes geográficas, sendo uma da capital e outra do interior, como Eduardo Valverde e Cleiton Roque, respectivamente?
Se os pimentenses entenderem este fato, e aliarem a isto o fato de que Eduardo Valverde, como deputado federal foi um dos que mais investiu na cidade, ao lado de Mauro Nazif que para cá também direcionou muitas emendas parlamentares que foram consolidadas em obras concluídas, o nosso futuro poderá ser melhor.
Alessandra Vidigal
Alessandra Vidigal é um nome que está chegando agora no cenário político de Pimenta Bueno, mas que com certeza vem para deixar sua marca no cenário local. Disputando uma vaga na Assembléia Legislativa pelo Partido dos Trabalhadores, a candidata tem tudo em seu favor para alavancar, neste momento, uma projeção brilhante para a Câmara de Vereadores em 2012. Contudo, não vejo a sua eleição como deputada estadual este ano. Entretanto, como disse, é um nome que deverá ser guardado na mente dos eleitores pimentenses.
Marlene Parra
Outra grande projeção do PT em Pimenta Bueno é em torno do nome de Marlene Parra que disputa as eleições como candidata a deputada federal. Parra é outro nome que, com a atual projeção, de improvável eleição, poderá fortalecer-se ainda mais para uma reeleição como vereadora em 2012, fator que se viesse a cabo, ao lado de Alessandra Vidigal, colocaria de vez a força do PT de volta à política pimentense. Logo, observa-se que para tanto, neste momento, deve fazer um trabalho de compromisso e fidelidade junto aos seus eleitores, uma vez que não conta com apoio dos vereadores pimentenses para seu projeto.
Isto é o que posso ver neste momento. Estou aberto às discussões, idéias e opiniões pelo e-mail pburgente@hotmail.com. Até +!!!
Houve um tempo em que o nosso município conseguiu eleger dois deputados estaduais, que não souberam aproveitar a força política em favor da nossa população, deixando passar os anos de seus mandatos engalfinhados em mesquinharias politiqueiras; fazendo birra um contra o outro, enquanto Pimenta Bueno afundava no descaso.
Analisando friamente
Se Kaká Mendonça conseguir passar pelo “Ficha Limpa”, o que até o momento é muito improvável, Pimenta Bueno volta a ter a chance de eleger dois deputados, já que Brito do Incra também está no páreo, dividindo os votos locais e regionais.
Levando em consideração que a maior probabilidade é de que Kaká Mendonça seja impedido pelo “Ficha Limpa”, Brito do Incra seria eleito com certa facilidade, até porque muitos pimentenses entendem a importância de se votar em candidato local, sabendo que candidatos de outros municípios, vencendo, terão como prioridade de investimento suas bases eleitorais, ou seja, os municípios onde residem e concentram a maior parte de seus compromissos.
Pimenta no governo
O aspecto que começa a se criar é o de Brito do Incra na Assembléia Legislativa e Cleiton Roque como vice-governador, ao lado de Eduardo Valverde. Alguns teimam em dizer que o vereador pimentense, como vice-governador, pouco faria pela cidade, o que não é verdade.
Transitando às portas abertas na Administração Estadual em Porto Velho, Cleiton Roque seria fundamental para a abertura de muitos implementos para o nosso município, até porque já tem a garantia do PT para investimentos locais, uma vez que a base eleitoral da região será fundamental para o governo do PT em Rondônia, como demonstrou a carreata da semana passada, a maior de 13 municípios na linha da BR 364.
A região da Zona da Mata, principalmente em sua cidade sede, Rolim de Moura, é tradicional para a eleição de governadores, vice-governadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores. Mas a exemplo do que hoje se constata caminhando pelas ruas da cidade, que se encontra abandonada ao descaso dessas representatividades, está mais do que na hora de renovar o comando de Rondônia, por que não, potencializando essa força administradora em duas vertentes geográficas, sendo uma da capital e outra do interior, como Eduardo Valverde e Cleiton Roque, respectivamente?
Se os pimentenses entenderem este fato, e aliarem a isto o fato de que Eduardo Valverde, como deputado federal foi um dos que mais investiu na cidade, ao lado de Mauro Nazif que para cá também direcionou muitas emendas parlamentares que foram consolidadas em obras concluídas, o nosso futuro poderá ser melhor.
Alessandra Vidigal
Alessandra Vidigal é um nome que está chegando agora no cenário político de Pimenta Bueno, mas que com certeza vem para deixar sua marca no cenário local. Disputando uma vaga na Assembléia Legislativa pelo Partido dos Trabalhadores, a candidata tem tudo em seu favor para alavancar, neste momento, uma projeção brilhante para a Câmara de Vereadores em 2012. Contudo, não vejo a sua eleição como deputada estadual este ano. Entretanto, como disse, é um nome que deverá ser guardado na mente dos eleitores pimentenses.
Marlene Parra
Outra grande projeção do PT em Pimenta Bueno é em torno do nome de Marlene Parra que disputa as eleições como candidata a deputada federal. Parra é outro nome que, com a atual projeção, de improvável eleição, poderá fortalecer-se ainda mais para uma reeleição como vereadora em 2012, fator que se viesse a cabo, ao lado de Alessandra Vidigal, colocaria de vez a força do PT de volta à política pimentense. Logo, observa-se que para tanto, neste momento, deve fazer um trabalho de compromisso e fidelidade junto aos seus eleitores, uma vez que não conta com apoio dos vereadores pimentenses para seu projeto.
Isto é o que posso ver neste momento. Estou aberto às discussões, idéias e opiniões pelo e-mail pburgente@hotmail.com. Até +!!!
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Como se representam os principais candidatos a governador de Rondônia para Pimenta Bueno, neste momento
Expedito e a cibalena
O atual candidato a Governador de Rondônia, Expedito Júnior, depois de ter sido por 12 anos deputado federal, e mais 4 anos senador, o que representa para Pimenta Bueno como contribuinte para o desenvolvimento local e beneficiador da população? Pelo que sei, nenhuma cibalena pode-se apresentar como benefício que seja merecedor, pelo menos, da mera citação de seu nome como crédito. Se o fez, deve ter sido tão irrelevante ao ponto de não se fazer menção de seu trabalho no município.
Confúcio Moura e seus 12 anos federais
O letrado e literato candidato Confúcio Moura é outro que exerceu 12 anos como deputado federal em Brasília defendendo os interesses de Rondônia. A menos que Pimenta Bueno não esteja dentro do estado de Rondônia, o que exatamente poderia ser-lhe creditado como investimento no município, através de uma emenda parlamentar ou através de qualquer outro meio que podia ter utilizado para ajudar a cidade? Pelo que sei, até onde sei, nada.
Cahula... mais ou menos
Nessa ordem decrescente que venho relacionando minha opinião a respeito dos candidatos, tendo como objetivo mencionar ações e feitos em prol da cidade que mais represento através do meu trabalho na área da informação, o candidato Cahula já pode ser mencionado na lista de quem fez alguma coisa. Mas deixando bem claro que praticamente tudo o que possa ter desenvolvido, muito provavelmente é continuação do que começou Cassol, que tenta o senado desta vez. Não que Cassol tenha desempenhado grandes feitos em Pimenta Bueno por amor ao município; sobretudo ele, através da família, tem grandes investimentos nessas terras, como uma usina hidrelétrica. Portanto, obvio é que, enquanto governador fizesse alguma coisa pela cidade onde plantou uma grande empresa.
Valverde, um caso diferente
Analisando friamente, o que me resta dizer? Eduardo Valverde exerceu 8 anos como deputado federal, tendo como principal base eleitoreira a capital Porto Velho, há mais de 500 quilômetros de Pimenta Bueno. A primeira idéia é de que deveria direcionar para aquela região suas emendas parlamentares. Contudo, ele não se esqueceu de Pimenta Bueno para onde direcionou mais de R$ 3 milhões de reais, através de suas emendas parlamentares.
Que o diga o Presidente da Câmara de Vereadores, Rodnei Lopes Pedroso, que no primeiro mandato de Valverde conseguiu junto a este, em Brasília, a quitação das dívidas do BNH, começando assim um estreito relacionamento com a minha cidade. Só sabe a importância dessa quitação quem tem uma casa no BNH desde aquela época.
Depois da quitação vieram as pavimentações com asfalto e com bloquete; depois das pavimentações veio a praça do BNH que transformou essa parte da cidade em um dos locais mais aconchegantes para as famílias passarem os finais de tarde, onde as pessoas realizam caminhada, tocam violão ou simplesmente se reúnem para um papo descontraído.
Depois disto, ainda temos uma creche no bairro Vila Nova atendendo mais de 200 crianças inaugurada recentemente; 37 famílias contempladas recentemente com o sonho da casa própria no Bairro Nova Pimenta, no loteamento conhecido como Encontro das Águas, próximo ao Campo do Seu João; recurso que beneficiou uma das maiores empresas de Pimenta Bueno com asfalto, a Lind’água, e já deixou garantido no Orçamento 2010, recurso na ordem de R$ 1 milhão e 600 mil reais para a construção da Praça da Juventude, no bairro Vila Nova, no Campo do Vasquinho, a pedido dos vereadores.
O que isto quer diser é que:
Portanto, acredito, piamente, que se Eduardo Valverde se tornar governador de Rondônia, tendo como vice-governador um vereador da nossa cidade, Cleiton Roque, penso que muitas coisas poderiam ser feitas.
Conversando com o candidato esta semana, eu disse a ele que o pólo de confecções pimentenses deveria ser melhor implementado pelo governo estadual, por exemplo, no sentido de encontrar mecanismos para que as empresas pudessem expandir, gerando mais emprego e renda para a população, e, obviamente, no sentido de encontrar mecanismos que garantissem a inclusão dos nossos produtos no mercado brasileiro e no exterior, principalmente através da saída para o Pacífico, que passa por dentro de Pimenta Bueno.
Meio surpreso com a minha colocação, ele garantiu que o primeiro passo está diretamente ligado aos incentivos fiscais que podem ser dados a essas empresas. Depois, através de estudos e pesquisas realizadas na cidade, uma infinidade de implementações poderiam ser discutidas e, principalmente, viabilizadas pelo governo estadual, em parceria com os governos federal e municipal.
Na verdade, um trabalho neste sentido já foi iniciado por Eduardo Valverde que, como deputado federal destinou R$ 250 mil reais para a conclusão de um barracão, no antigo CTG, em Pimenta Bueno, que deverá ser usado muito em breve pelas fábricas regulamentadas, tanto para a industrialização de confecções, como para vendas.
Na tarde desta sexta-feira (16), o candidato estará apresentando suas candidatura para a população pimentense, oportunidade em que os interessados poderão se aproximar, tirar conclusões, perguntar e ouvir o que entendo como as melhores propostas, não apenas para Pimenta Bueno, mas para todo o estado de Rondônia.
Isto é o que posso ver neste momento. Estou aberto às discussões, idéias e opiniões pelo e-mail pburgente@hotmail.com. Até +!!!
O atual candidato a Governador de Rondônia, Expedito Júnior, depois de ter sido por 12 anos deputado federal, e mais 4 anos senador, o que representa para Pimenta Bueno como contribuinte para o desenvolvimento local e beneficiador da população? Pelo que sei, nenhuma cibalena pode-se apresentar como benefício que seja merecedor, pelo menos, da mera citação de seu nome como crédito. Se o fez, deve ter sido tão irrelevante ao ponto de não se fazer menção de seu trabalho no município.
Confúcio Moura e seus 12 anos federais
O letrado e literato candidato Confúcio Moura é outro que exerceu 12 anos como deputado federal em Brasília defendendo os interesses de Rondônia. A menos que Pimenta Bueno não esteja dentro do estado de Rondônia, o que exatamente poderia ser-lhe creditado como investimento no município, através de uma emenda parlamentar ou através de qualquer outro meio que podia ter utilizado para ajudar a cidade? Pelo que sei, até onde sei, nada.
Cahula... mais ou menos
Nessa ordem decrescente que venho relacionando minha opinião a respeito dos candidatos, tendo como objetivo mencionar ações e feitos em prol da cidade que mais represento através do meu trabalho na área da informação, o candidato Cahula já pode ser mencionado na lista de quem fez alguma coisa. Mas deixando bem claro que praticamente tudo o que possa ter desenvolvido, muito provavelmente é continuação do que começou Cassol, que tenta o senado desta vez. Não que Cassol tenha desempenhado grandes feitos em Pimenta Bueno por amor ao município; sobretudo ele, através da família, tem grandes investimentos nessas terras, como uma usina hidrelétrica. Portanto, obvio é que, enquanto governador fizesse alguma coisa pela cidade onde plantou uma grande empresa.
Valverde, um caso diferente
Analisando friamente, o que me resta dizer? Eduardo Valverde exerceu 8 anos como deputado federal, tendo como principal base eleitoreira a capital Porto Velho, há mais de 500 quilômetros de Pimenta Bueno. A primeira idéia é de que deveria direcionar para aquela região suas emendas parlamentares. Contudo, ele não se esqueceu de Pimenta Bueno para onde direcionou mais de R$ 3 milhões de reais, através de suas emendas parlamentares.
Que o diga o Presidente da Câmara de Vereadores, Rodnei Lopes Pedroso, que no primeiro mandato de Valverde conseguiu junto a este, em Brasília, a quitação das dívidas do BNH, começando assim um estreito relacionamento com a minha cidade. Só sabe a importância dessa quitação quem tem uma casa no BNH desde aquela época.
Depois da quitação vieram as pavimentações com asfalto e com bloquete; depois das pavimentações veio a praça do BNH que transformou essa parte da cidade em um dos locais mais aconchegantes para as famílias passarem os finais de tarde, onde as pessoas realizam caminhada, tocam violão ou simplesmente se reúnem para um papo descontraído.
Depois disto, ainda temos uma creche no bairro Vila Nova atendendo mais de 200 crianças inaugurada recentemente; 37 famílias contempladas recentemente com o sonho da casa própria no Bairro Nova Pimenta, no loteamento conhecido como Encontro das Águas, próximo ao Campo do Seu João; recurso que beneficiou uma das maiores empresas de Pimenta Bueno com asfalto, a Lind’água, e já deixou garantido no Orçamento 2010, recurso na ordem de R$ 1 milhão e 600 mil reais para a construção da Praça da Juventude, no bairro Vila Nova, no Campo do Vasquinho, a pedido dos vereadores.
O que isto quer diser é que:
Portanto, acredito, piamente, que se Eduardo Valverde se tornar governador de Rondônia, tendo como vice-governador um vereador da nossa cidade, Cleiton Roque, penso que muitas coisas poderiam ser feitas.
Conversando com o candidato esta semana, eu disse a ele que o pólo de confecções pimentenses deveria ser melhor implementado pelo governo estadual, por exemplo, no sentido de encontrar mecanismos para que as empresas pudessem expandir, gerando mais emprego e renda para a população, e, obviamente, no sentido de encontrar mecanismos que garantissem a inclusão dos nossos produtos no mercado brasileiro e no exterior, principalmente através da saída para o Pacífico, que passa por dentro de Pimenta Bueno.
Meio surpreso com a minha colocação, ele garantiu que o primeiro passo está diretamente ligado aos incentivos fiscais que podem ser dados a essas empresas. Depois, através de estudos e pesquisas realizadas na cidade, uma infinidade de implementações poderiam ser discutidas e, principalmente, viabilizadas pelo governo estadual, em parceria com os governos federal e municipal.
Na verdade, um trabalho neste sentido já foi iniciado por Eduardo Valverde que, como deputado federal destinou R$ 250 mil reais para a conclusão de um barracão, no antigo CTG, em Pimenta Bueno, que deverá ser usado muito em breve pelas fábricas regulamentadas, tanto para a industrialização de confecções, como para vendas.
Na tarde desta sexta-feira (16), o candidato estará apresentando suas candidatura para a população pimentense, oportunidade em que os interessados poderão se aproximar, tirar conclusões, perguntar e ouvir o que entendo como as melhores propostas, não apenas para Pimenta Bueno, mas para todo o estado de Rondônia.
Isto é o que posso ver neste momento. Estou aberto às discussões, idéias e opiniões pelo e-mail pburgente@hotmail.com. Até +!!!
sábado, 3 de julho de 2010
Tem gente pensando que vai se dar bem com a Ficha Limpa, porque senador foi livrado pelo STF
Por determinação do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), eventual registro de candidatura por parte do senador Heráclito Fortes (DEM/PI) para cargo eletivo não poderá ser negado com base nas restrições impostas pela chamada Lei da Ficha Limpa (LC 135/2010).
O ministro concedeu efeito suspensivo a um Recurso Extraordinário (RE 281012) do senador para suspender de imediato decisão do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) que condenou o parlamentar, em ação popular, por conduta lesiva ao patrimônio público. Este recurso começou a ser julgado na Segunda Turma do STF em novembro do ano passado, mas o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Cezar Peluso.
Com a decisão do ministro Gilmar Mendes, ficam suspensos os efeitos da condenação imposta ao senador para efeitos da Lei Complementar 135, até que a Segunda Turma do STF conclua o julgamento do recurso extraordinário interposto pelo senador. Assim, não podem ser impostas a ele as condições de inelegibilidade previstas na nova legislação.
Com base neste caso, tem gente acreditando, em Rondônia, que realmente vai se dar bem com a Ficha Limpa, e inclusive está ventilando aos quatro cantos que “já está tudo resolvido”, e que vai “concorrer normalmente este ano”.
Mas os que estão acreditando nesta possibilidade, desconsiderando que o caso de senador Heráclito Fortes realmente foi um caso à parte, estão deixando de ler as outras matérias do STF que informam justamente sobre as liminares negadas, e que diga-se de passagem, são em número muitas vezes maior que as sobre liminares concedidas.
O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ayres Britto, negou liminar em Ação Cautelar proposta pelo deputado federal João Alberto Pizzolatti Júnior (PP-SC), com o objetivo de suspender os efeitos da decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina nos autos da Apelação Cível 06.011311-6, que confirmou sentença de primeira instância, condenando o deputado com base na Lei de Improbidade. Ele foi denunciado pelo Ministério Público estadual por irregularidades na contratação, pela prefeitura de Pomerode (SC), da empresa Pizzolatti/Urbe, da qual o deputado é sócio.
A ação do deputado pretendia garantir efeito suspensivo à condenação até que o STF julgasse o Recurso Extraordinário apresentado por sua defesa, de modo a assegurar o registro de sua candidatura para as eleições deste ano, sem considerar os efeitos da Lei Complementar 135/2010 (Lei da Ficha Limpa).
Outra liminar negada pelo ministro Ayres Britto recentemente foi em Ação Cautelar (AC 2661) proposta pelo ex-prefeito de Montes Claros (MG) Athos Avelino Pereira e por Sued Kennedy Parrela Botelho, ex-vice-prefeito do município, com o objetivo de atribuir efeito suspensivo a agravo de instrumento, a fim de reverter os efeitos de condenação que lhes foi imposta pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais – e confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral -, que resulta em inelegibilidade e impede o registro de suas candidaturas nas eleições gerais deste ano.
O agravo de instrumento pede o envio de recurso ao STF, contestando a decisão do TSE que manteve a condenação aos candidatos por abuso do poder político.
O pedido de liminar foi apresentado na tentativa de assegurar o registro das candidaturas, a despeito do estabelecido na Lei Complementar nº 135/2010, que impede o registro de candidatos que tenham sido condenados por colegiado em segunda instância.
Ao negar o pedido de liminar, o ministro argumentou que a Lei Complementar 135 confere competência para suspender a inelegibilidade apenas ao “órgão colegiado do tribunal ao qual couber a apreciação do recurso”. Assim, o ministro alega não estar convencido da possibilidade de conceder efeito suspensivo a decisão de colegiado por meio de uma decisão monocrática, ou seja, de um único magistrado.
O ministro concedeu efeito suspensivo a um Recurso Extraordinário (RE 281012) do senador para suspender de imediato decisão do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) que condenou o parlamentar, em ação popular, por conduta lesiva ao patrimônio público. Este recurso começou a ser julgado na Segunda Turma do STF em novembro do ano passado, mas o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Cezar Peluso.
Com a decisão do ministro Gilmar Mendes, ficam suspensos os efeitos da condenação imposta ao senador para efeitos da Lei Complementar 135, até que a Segunda Turma do STF conclua o julgamento do recurso extraordinário interposto pelo senador. Assim, não podem ser impostas a ele as condições de inelegibilidade previstas na nova legislação.
Com base neste caso, tem gente acreditando, em Rondônia, que realmente vai se dar bem com a Ficha Limpa, e inclusive está ventilando aos quatro cantos que “já está tudo resolvido”, e que vai “concorrer normalmente este ano”.
Mas os que estão acreditando nesta possibilidade, desconsiderando que o caso de senador Heráclito Fortes realmente foi um caso à parte, estão deixando de ler as outras matérias do STF que informam justamente sobre as liminares negadas, e que diga-se de passagem, são em número muitas vezes maior que as sobre liminares concedidas.
O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ayres Britto, negou liminar em Ação Cautelar proposta pelo deputado federal João Alberto Pizzolatti Júnior (PP-SC), com o objetivo de suspender os efeitos da decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina nos autos da Apelação Cível 06.011311-6, que confirmou sentença de primeira instância, condenando o deputado com base na Lei de Improbidade. Ele foi denunciado pelo Ministério Público estadual por irregularidades na contratação, pela prefeitura de Pomerode (SC), da empresa Pizzolatti/Urbe, da qual o deputado é sócio.
A ação do deputado pretendia garantir efeito suspensivo à condenação até que o STF julgasse o Recurso Extraordinário apresentado por sua defesa, de modo a assegurar o registro de sua candidatura para as eleições deste ano, sem considerar os efeitos da Lei Complementar 135/2010 (Lei da Ficha Limpa).
Outra liminar negada pelo ministro Ayres Britto recentemente foi em Ação Cautelar (AC 2661) proposta pelo ex-prefeito de Montes Claros (MG) Athos Avelino Pereira e por Sued Kennedy Parrela Botelho, ex-vice-prefeito do município, com o objetivo de atribuir efeito suspensivo a agravo de instrumento, a fim de reverter os efeitos de condenação que lhes foi imposta pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais – e confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral -, que resulta em inelegibilidade e impede o registro de suas candidaturas nas eleições gerais deste ano.
O agravo de instrumento pede o envio de recurso ao STF, contestando a decisão do TSE que manteve a condenação aos candidatos por abuso do poder político.
O pedido de liminar foi apresentado na tentativa de assegurar o registro das candidaturas, a despeito do estabelecido na Lei Complementar nº 135/2010, que impede o registro de candidatos que tenham sido condenados por colegiado em segunda instância.
Ao negar o pedido de liminar, o ministro argumentou que a Lei Complementar 135 confere competência para suspender a inelegibilidade apenas ao “órgão colegiado do tribunal ao qual couber a apreciação do recurso”. Assim, o ministro alega não estar convencido da possibilidade de conceder efeito suspensivo a decisão de colegiado por meio de uma decisão monocrática, ou seja, de um único magistrado.
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