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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Duas pauladas em seis cabeças mais uma...

Em primeiro lugar tem gente que aprende com uma explicação; em segundo lugar já outras pessoas, além de explicações variadas e intermináveis precisam também de umas "pauladas na ideia" para ver se aprendem. Mas os vereadores Rodnei Lopes Pedroso (PMDB), Jean Mendonça (PTB), Ananias Pereira de Jesus (DEM), Vicente Pinheiro (PMDB), Adão Teixeira (PSB) e Professor Régis (PR), parecem que além de se enquadrarem mais no perfil do segundo caso, ainda não apresentam "cara" de quem vá aprender alguma coisa com as derrotas que vêm somando no caso CAERD em Pimenta Bueno. Eu não sei o que aconteceu de janeiro para cá que os homens se tornaram "osso duro de roer".

Depois de muito ouvirem principalmente do vereador Cleiton Roque ainda lá no mês de Abril que esse negócio de privatização da água só ia dar para a cabeça deles, eles não quiseram nem saber. No dia 04 de Abril, com a Câmara lotada de gente insatisfeita, foram lá e autorizaram o Prefeito Augusto Plaça (PMDB) abrir processo licitatório para a privatização da água na cidade, vencendo democraticamente os vereadores Cleiton Roque (PSB), Bozo (PSB) e Marlene (PT), na ocasião contrários a venda da nossa água para empresa de outro Estado. Menos de 40 dias depois o Tribunal de Justiça de Rondônia deu a primeira "paulada" na cabeça dos seis edis quando suspendeu a Sessão do dia 04 de Abril, bem como todos os seus efeitos, principalmente o que se referiu a autorização para a privatização da água.

Não satisfeitos e ainda incorrigíveis, no mês passado, os seis vereadores que passaram a ser chamados de "Grupo dos Seis", se aproveitaram que os vereadores Cleiton e Bozo estavam viajando e que a vereadora Marlene Parra estava com a saúde bastante debilitada (ao ponto de faze-la esquecer de alguns compromissos essenciais como tem acontecido ultimamente), voltaram lá e fizeram duas sessões extraordinárias no mesmo dia e na mesma hora para ajudarem o Prefeito Augusto Plaça criar uma Autarquia Municipal para tomar os serviços de abastecimento de água e redes de esgotos da CAERD. Mas aí, ontem (24), veio mais uma vez o Tribunal de Justiça de Rondônia e "toma" outra paulada na cabeça do Grupo dos Seis e do Prefeito. Determinou que quem continua, por enquanto, "comandando" a situação da água em Pimenta Bueno é mesmo a CAERD, e zéfini!

Motivo? A Prefeitura quer assumir a prestação de serviços com água e redes de esgoto em Pimenta Bueno, mas não quer indenizar a CAERD pelas décadas de trabalho no município; ou seja, quer trabalhar com a estrutura dos outros sem pagar nadinha. Assim até eu quero. Agora o negócio é avaliar quanto vale a estrutura da CAERD em Pimenta Bueno e pagar para ter o direito legal de explorar o serviço. Pronto! Simples assim.

O difícil é saber como uma Prefeitura que não consegue comprar Raio X para o Hospital Municipal da Cidade vai fazer para pagar a CAERD; como uma Prefeitura que não consegue comprar remédio para atender satisfatoriamente a demanda imposta pela população vai fazer para ressarcir a CAERD; como uma prefeitura que não consegue levantar o maquinário da Secretaria de Obras vai fazer para pagar a CAERD; como uma Prefeitura que não dá prioridade a Secretaria Municipal de Agricultura em um município com grande potencial agrícola vai fazer para pagar a CAERD; como uma Prefeitura que não atende comunidades rurais com apenas quatro quilômetros de estrada há vários anos sem manutenção vai fazer para reembolsar a CAERD; como uma prefeitura que não consegue pintar faixas de pedestre no Centro da cidade vai fazer para pagar a CAERD... e por aí vai...

Cogitações 2012

Tem muita gente querendo saber se o vereador Cleiton Roque (PSB) vai sair mesmo candidato a Prefeito de Pimenta Bueno no ano que vem. Ele tem seus predicativos e está trabalhando neste sentido, mas sabe que "muita água ainda vai passar por debaixo dessa ponte até lá" e entende também que "tudo pode acontecer", ou seja, nada definido: pode ser que seja candidato e pode ser que seja candidato a reeleição para vereador com gigantesca probabilidade de, no segundo caso ser também o Presidente da Casa de Leis, caso fosse reeleito obviamente.

Imagens de uma nova ótica - Pimenta Bueno sob nova perspectiva de ótica através dos viadutos


Pimenta Bueno é uma cidade interessante. Parece que nada do que acontece nessas paragens é bom. Teve gente que arrumou "briga" quando o pessoal da CDL e ACIPB foi realizar a 1ª Feira Comercial e Industrial de Pimenta Bueno - FICOP; teve gente que foi arrumar "briga" por causa do Latinoamericano de Motocross; tem gente que vai arrumar "briga" por causa da 32ª Expopib, e mais recentemente teve uma espécie bastante peculiar de "cidadão" que foi arrumar "briga" por causa dos viadutos.

Um desses Advogados que existem na cidade entrou com uma Ação Popular para paralisar, mais um vez, as obras dos viadutos em Pimenta Bueno, como se já não bastasse todo o transtorno causado desde que a primeira máquina deu a primeira pazada no asfalto da BR 364 lá no ano de 2006. As constantes paralisações desta obra, faraônica ou não, causaram prejuízos que até hoje não foram contabilizados pelos comerciantes localizados às Marginais da Rodovia. Um caos quase total, que como todos se lembram gerou protestos e até fechamento da BR.

Ninguém aguenta mais o Prefeito Augusto Plaça dizendo que não tem nada a ver com isso; ninguém aguenta mais o senador Valdir Raupp dizendo que "adotou as crianças feias", e que se o problema era dinheiro, agora é a solução, porque mais R$ 10 milhões foram garantidos para a conclusão dos viadutos.

Mas, apesar do descalabro de pedir a paralisação da obra, os 33 apontamentos levantados pelo dito Advogado não deixam de estar corretos, porque, por exemplo, ninguém consegue explicar o fato dos viadutos estarem localizados fora do cruzamento de vias. Quem vier de Vilhena a fim de ir para Rolim de Moura, terá que deixar a BR 364, passar por baixo do viaduto e fazer uma manobra difícil, no caso das carretas, para adentrar a RO 010. Isto porque o viaduto está cerca de 50 metros fora do cruzamento de via que dá acesso ao município vizinho.

Ninguém parece estar capacitado na cidade, também, para dizer claramente quanto está custando a obra; qual o cronograma; qual o dia previsto para o término e tudo mais. Todas estas informações, por Lei, deveriam estar explicitadas numa placa informativa fixada no local. Como disse o Advogado, "a obra não apresenta nenhuma causa justa e lógica de existência, pois o trânsito neste trecho da rodovia, em razão de seu fluxo, não exige a intersecção de um viaduto, muito menos dois".

CONTUDO, acredita-se que 99,99% da população queira a conclusão da obra sem considerar neste momento os questionamentos levantados e apontados pela apuradíssima percepção do representante da Lei, simplesmente porque tais fundamentações deveriam ter sido explicitadas muito antes da obra ser iniciada. Se a conclusão dos viadutos de Pimenta Bueno for interrompida mais uma vez, talvez nada aconteça porque muitos são os que se acovardam por detrás de comentários infundados e sem nexo, reclamações intermináveis, sendo, todavia, incapazes de darem "a cara à tapa" em prol da reivindicação de seus próprios direitos, mas que vão ficar muito chateados, não resta a menor dúvida que vão.

ENTRETANTO Pimenta Bueno pode ser observada sob uma nova perspectiva de ótica, principalmente se os que gostam de falar mal fizerem uma visita ao viaduto, subirem a rampa e olharem a cidade "de cima", como fez no início da tarde de ontem (24), o Dr. Noel Nunes de Andrade, Presidente da OAB em Pimenta Bueno e Sócio-Proprietário do Grupo Andrade & Bastos.

Dr. Noel também concorda com a opinião da urgente necessidade da conclusão dos viadutos, principalmente depois de todo o transtorno que geraram à população pimentense. Ele destaca que este é o momento de se procurar os pontos positivos para a existência dessas obras no meio da cidade. De certa forma ele concorda que os viadutos vão contribuir para uma melhoria na organização do trânsito de Pimenta Bueno, e que esta organização, por sua vez, será fundamental para que se diminua o alto índice de acidentes na cidade, e consequentemente menos pessoas morrerão nesses sinistros.

"Agora podemos olhar para a cidade de Pimenta Bueno com olhos que antes não podíamos. Olhar a cidade de cima dos viadutos é interessante, porque descobrimos uma nova cidade; uma nova perspectiva de ótica. Temos que acreditar que tudo será melhor quando a obra for concluída", diz o Advogado.







segunda-feira, 8 de agosto de 2011

As primeiras 183 fotos selecionadas de Tai Martins: Homenagem de um pai orgulhoso


Como falar de um filho sem magoar os outros quando temos cinco filhos vivos? Não sei se existe como; alguém sempre sai magoado, nem que seja uma das mães. Mas eu vou tentar mesmo assim.

Tai Martins (Tainara Martins) é minha filha mais velha. Tem três irmãs que mora com ela e um irmão que mora em Londrina no Paraná. O irmão, João Gabriel, que trabalhava comigo como Menor Aprendiz, partiu com mãe e deixou o cargo que ocupava. Dias depois Tainara era a mais nova Menor Aprendiz da turma, passando a mandar links pelas redes sociais com as nossas matérias e a editar os nossos áudios com entrevistas.

Mas a sua primeira grande missão veio no último fim de semana por ocasião do Latinoamericano de Motocross, que aconteceu aqui mesmo em Pimenta Bueno na Pista Ecológica dos Buritis. Soltei uma máquina fotográfica em sua mão, dei uma ou duas dicas e disse: "Vá fotografar o que você achar interessante".

E assim se passaram dois dias. Sábado (06) e domingo (07), e nesta segunda-feira fui descarregar as fotos no computador para "ver no que tinha dado". E deu que a menina nasceu mesmo para seguir os passos deste velho e orgulhoso pai.

Das cerca de trezentas foto que registrou, estou aproveitando 183. Destas, logicamente, a maioria precisou de um cortezinho, mas nada que alterasse a originalidade da imagem, ou a "visão" que a adolescente de 14 anos teve ao dar o seu clique naquele instante. Entretanto, foram justamente as fotos "originais", ou seja, aquelas que não recortei, que me chamaram mais a atenção e me fizeram ficar pensando o que teria feito a menina de cabelos curtos olhar para aquele lado e fazer aquelas fotos.

Reconhecimento justo! A Tainara trabalhou muito este fim de semana; chegou para trabalhar nesta segunda-feira com cara de filme de terror; parece que tinha enfrentado o "Brinquedo Assassino", mas todos estávamos (e eu ainda estou), do mesmo jeito.

Ontem, no meio da correria e no calor das emoções levou uma ou duas broncas, mas não retrucou, não resmungou ou perdeu a compostura. Pegou a sua máquina, viu o que estava errado e partiu para a luta.

Ela me apresentou três amigos seus (e é claro que já esqueci os nomes). Caras legais. Meninos que, apesar de tão jovens estão se adiantando. Um está no segundo período de Jornalismo em Vilhena; o outro estuda na Bolívia, e o outro, bem, não deu tempo de saber tudo.

As 183 fotos de Tainara, ou Tai Martins como prefere, podem não ser dignas de uma revista nacional de Motocross, ou de uma página esportiva no "Estadão", na "Folha" ou no "Diário", jornais aqui de Rondônia, ou quem sabe nem de um "Moto X", ou "Race X", sites brasileiros especializados em motociclismo, mas são imagens dignas da minha admiração, dignas do meu site, dignas do meu jornal e dignas de tudo quanto eu puder fazer para promovê-las, porque o que penso é que muitos pais neste momento estão enfrentando problemas terríveis com filhos da mesma idade, ou ainda mais jovens.

As drogas e a gravidez precoce em meninas de 11, 12 ou 13 anos estão tirando o sono dessas crianças, dos pais e das autoridades. Então, só me resta olhar as fotos da minha filha e agradecer a Deus por ser um pai privilegiado, e pedir ao Senhor que minha filha tenha a oportunidade de continuar trilhando este caminho e, daqui a dois anos e meio como disse, ingressar numa faculdade de Jornalismo.

É claro que desejo e espero o mesmo para os outros filhos. Alexandra deve ser a próxima. Naiara está mais do que encaminhada. Yasmim vai chegar lá. João Gabriel é um menino promissor e muito inteligente; pode conquistar o que quiser: basta querer as boas conquistas.


CLIQUE AQUI E VEJA AS PRIMEIRAS 183 FOTOS DE TAI MARTINS

CLIQUE AQUI E VEJA AS FOTOS DE PÚBLICO

CLIQUE AQUI E VEJA AS FOTOS DA PRIMEIRA BATERIA DA MX2 DEPOIS DE FORTE CHUVA EM PIMENTA BUENO

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terça-feira, 19 de julho de 2011

O fascínio do dinheiro fácil através das autarquias: Nesta piada sem graça desta vez o ‘Joãozinho’ acertou todas e se deu bem


O Joãozinho, aquele menino incorrigível que todos gostam de fazer piada sobre ele só porque é meio estabanado, sincero e inocente nas respostas, desta vez acertou todas. A professora, geralmente com um perfil sedutor, cabelos longos, seios fartos, camisete apertado e óculos grandes, passou uma série de questões verbais que o Joãozinho, por estar ‘ligado’ em tudo o que está acontecendo, respondeu em cheio:

1 – Joãozinho, qual é o maior bem da humanidade?
A água ‘fessora’.

2 – Qual o país que mais tem água potável no planeta?
O Brasil ‘fessora’.

3 – Joãozinho, cite um dos estados brasileiros integrantes da Amazônia Legal onde a água mais visada do planeta é abundante e de qualidade:
Rondônia ‘fessora’.

4 – Agora Joãzinho, cite uma cidade de Rondônia onde o fascínio do dinheiro fácil através de autarquia para prestação de serviços com abastecimento de água e redes de esgoto complicou a vida de um gestor público:
Cacoal ‘fessora’.

A Professorinha admirada pelas respostas certas e firmes não deixou de elogiar o determinado aluno: “Pôxa Joãozinho, você está indo muito bem; está quase ganhando um dez e a minha admiração”.

E o Joãozinho empolgado, com o coração apertado e apaixonado pela Professora desde o primeiro ano do Ensino Fundamental onde passou seis anos da sua vida, com um suspiro profundo desabafou: “Estudei muito pra te agradar ‘fessora’”.

E a Professora: “Estava na hora né Joãozinho, você já nem é mais o ‘Joãzinho’ de sempre, porque cresceu e está estudando na minha sala há quase dez anos... mas vamos voltar às questões pra você passar de ano de uma vez":

5 – Joãozinho, me diz o nome de um gestor público envolvido com desvio de dinheiro de uma autarquia para a Prefeitura:
A ex-prefeita de Cacoal, Sueli Aragão ‘fessora’.

6 – Agora me diz o nome de uma cidade onde este tipo de crime horrendo pode acontecer Joãozinho:
Pimenta Bueno ‘fessora’.

Espantada a Professora recuou, fixou o olhar no Joãozinho e percebeu sua expressão séria: “Mas por que na nossa cidade Joãozinho? Onde você ouviu falar nisso?

Ué ‘fessora’, a senhora não acessa o site Rondônia em Geral.com, ou o Folha Pimentense.com.br? O povo de Pimenta Bueno não fala em outra coisa ‘fessora’. A senhora lembra quando seis vereadores tentaram privatizar a água numa Sessão do dia 04 de Abril este ano?

Lembro Joãozinho”, respondeu a Professora.

Pois é, eles perderam essa questão, porque os vereadores Cleiton Roque, Bozo o Marlene Parra conseguiram suspender aquela Sessão através do Tribunal de Justiça de Rondônia apontando irregularidades. Mas os seis vereadores não desistiram. O Prefeito Augusto Plaça mandou um projeto pra Câmara em pleno Recesso na semana passada, quando os vereadores Cleiton Roque e Bozo estavam viajando, criando uma autarquia para prestar serviços com o abastecimento de água e redes de esgoto no município. E como a vereadora Marlene Parra se absteve nas votações, o projeto criando a autarquia foi aprovado facilmente”.

Nossa Joãozinho, tudo isso é verdade mesmo?”, se espanta a Professora.

Tudo isso é verdade ‘fessora’, mas não é tudo, porque nas mesmas sessões extraordinárias, foram duas sessões subseqüentes com intervalo de apenas meia hora uma da outra, os vereadores tiraram do projeto uma cláusula que previa plebiscito caso a Prefeitura queira, no futuro, passar a prestação do serviço para uma empresa terceirizada. Esse era o maior empecilho de todos que foi tirado do projeto. Agora ‘fessora’, pra resumir, a Prefeitura pode gerir os serviços com abastecimento de água e redes de esgoto através de uma autarquia, e no futuro se achar que ‘não dá conta do recado’, poderá passar esse serviço para uma empresa terceirizada sem consultar a opinião do povo. Entendeu ‘fessora’?

Neste momento a Professorinha ficou arrepiada com o vasto conhecimento do Joãozinho. Percebeu então que o Joãozinho tinha crescido e que tinha se tornado um cidadão, embora sem estudo, conhecedor das importantes causas de seu município.

Essa piada não teve graça, né Joãzinho?

Não teve ‘fessora’, e eu to contando essa história porque o meu pai é funcionário da CAERD. O meu pai ta preocupado porque passou mais de vinte anos prestando serviços na nossa cidade, e agora não sabe o que vai ser do futuro dele com todo esse rolo. Eu escutei meu pai dizendo pra minha mãe por que o Ministério Público não se manifesta. Eu também não sei ‘fessora’. Eu acho que deve estar tudo certo né, porque se ninguém faz nada é porque deve estar tudo certo...

Vendo a tristeza do Joãozinho, mas ainda incomodada com o fato do menino não ser mais tão criança, a Professora tenta anima-lo: “Joãozinho, eu gostaria muito que você fosse em minha casa hoje. Gostaria muito de discutir mais sobre este assunto com você. Quem sabe a gente não descobre juntos uma saída para este grande problema? O que você acha?

E o Joãozinho, sentindo-se no mundo da lua pelo convite que esperara toda a sua vida escolar, só conseguiu dizer: “Ta bom ‘fessora’... eu vou...

Ah, já ia me esquecendo Joãzinho: você tirou dez no teste e está aprovado.

Que pena Professora, isso quer dizer que no ano que vem não vou te ver mais...

Obrigado por me chamar de ‘Professora’ corretamente, e quanto ao ano que vem não se preocupe... a gente vai se ver muito... mas vamos falar sobre isso mais tarde... lá em casa...”.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Quarta-Feira 13: Dia Mundial do Rock

Wikipédia - Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres na Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.

Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.

Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.

domingo, 26 de junho de 2011

Candidato a prefeito deverá se apresentar com muito “apoio”: e o que isto influi em nossa vida na prática?


Um pré-candidato a prefeito de Pimenta Bueno chegou para mim em uma lanchonete na noite deste domingo (26) e disse que está preparando um grande evento político na cidade nos próximos dias onde deverá colocar o seu nome à disposição da população para disputar a Prefeitura local.

Ele fez questão de falar que o senador Cassol estará presente e que 17 deputados estaduais virão a Pimenta Bueno lhe dar apoio, deixando bem claro que terá “as costas largas” para o pleito do ano que vem, se realmente levar adiante a sua intenção.

Mas até que ponto esse “apoio político” tem a ver diretamente com a vida do cidadão que mora nas extremidades do Jardim das Oliveiras, ou no Bairro Bela Vista, ou no Bairro Nova Pimenta? Em que que isto vai mudar, efetivamente, a vida ou o dia a dia do cidadão? Em que todo esse apoio vai interferir no arroz com feijão, ou no pagamento das conta de luz, água e aluguel? Em que este apoio todo vai interferir quando o trabalhador humilde pegar o seu pagamento para ir ao mercado fazer a compra do mês?

Eu sugiro uma resposata simples: NADA!

Sabe por que? Porque o Prefeito Augusto Plaça, por exemplo, pertence ao mesmo partido que o Presidente Nacional do PMDB e da deputada federal mais votada da história das eleições de Rondônia, o senador Valdir Raupp e sua esposa Marinha Raupp. E o apoio deles aos dois mandatos do Prefeito foi fundamental para muitas coisas, que, no frigir dos ovos não interferiu em praticamente nada na vida do cidadão comum, aquele “seu João” ou aquela “dona Maria” que mandam os filhos para escola todo dia, e vão na feira comprar um pé de alface para acompanhar a carne moída.

Nesses oito anos de mandato, com apoio do casal e de outros políticos da Bancada Federal, os viadutos serão concluídos; o teatro continua fechado e apesar de nunca ter sido usado apresenta problemas na estrutura, além da mobília não ter sido adquirida até o momento; a Feira Coberta não serviu para nada a não ser para abrigar máquinas velhas da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos; asfaltos e mais uma série de coisas.

E o que isto tudo tem a ver com cerca de noventa por cento da população de Pimenta Bueno? Nada. Cerca de dez por cento pode ter sido beneficiada com tais obras, mas a vida da grande maioria da população continua na mesma. O cidadão continua trabalhando duro para defender o seu pão de cada dia; continua enfrentando problemas para realizar uma consulta no hospital; e uma série de coisas continua deixando a população insatisfeita todos os dias.

O apoio político, contudo, é fundamental para o desenvolvimento de qualquer município no Estado de Rondônia, e com Pimenta Bueno não seria diferente, mas deve ser usado para fomentar projetos reais que possam interferir diretamente na vida da população. Em que o cidadão comum de Pimenta Bueno vai se beneficiar com a conclusão dos viadutos? Em NADA!

Parabéns ao senador Valdir Raupp que tomou as rédeas da situação em 2009 quando a coisa estava ficando preta e a BR sendo fechada sob protestos. De lá para cá uma série de irregularidades foram corrigidas, como o próprio projeto da obra, que sob vários aspectos nunca devia ser sido iniciada pela sua inutilidade diante do dia a dia do cidadão comum. Além do mais esses viadutos inúteis fazem parte de um projeto maior, que é o da revitalização da BR 364, um anseio do Governo Federal que nada tem a ver com os moradores do Jardim das Oliveiras, ou do Bela Vista ou da Nova Pimenta, porque a vida deles, certamente continuará na mesma, sendo que, para ser mudada, depende somente de cada um deles, e não dos grupos políticos.

Esse pré-candidato vai encher o palanque de políticos estaduais e federais, mas eles conhecem de perto a vida do cidadão pimentense? Eles conhecem de perto o que necessita cerca de noventa por cento da população? Acorda Pimenta Bueno! Esse município precisa de um prefeito que tenha bons projetos, e que além de presença de autoridades sobre o palanque político, tenha capacidade de dialogar com todos os grupos políticos da Bancada Federal e do Estado, independentemente da sigla partidária.

Precisamos de um Prefeito que nunca tenha tido o seu nome envolvido em escândalos que envergonharam o cidadão pimentense em rede nacional; precisamos de um Prefeito que nunca tenha tido o seu nome, ou o nome da esposa, ou o nome de um filho, envolvido em nenhum processo na Justiça, ou na Delegacia de Polícia ou em maracutaias comentadas por toda a cidade.

Precisamos de um Prefeito que tenha uma boa articulação em Porto Velho e boa articulação em Brasília, independentemente das cores partidárias que defenda; precisamos de um Prefeito dinâmico, que lute pela valorização da classe dos servidores municipais; que tenha interesse real em fomentar o desenvolvimento do setor produtivo das indústrias; e que se preocupe, um pouco que seja, com os trabalhadores do campo, com o pequeno produtor rural, que neste momento está lutando sozinho sem representação que valha a pena.

Eles vão aparecer, mas já passou da hora dos pimentenses acordarem para a realidade. Apoio é fundamental sim, mas através de boa articulação e, sobretudo, com apresentação de projetos que possam beneficiar de forma direta o dia a dia do cidadão. Chega de asfaltos que ao invés de valorizar, causam alagamentos; chega de bueiros entupidos e fezes sobre as ruas quando chove; que de desvalorização do servidor público; enfim, chega de lorota e enganação
.

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Governo publica gastos com Mídia em Rondônia e sites são desvalorizados apesar de serem os mais lidos

Investimentos em Mídia no Estado

O jornalista Alan Alex, de Porto Velho, que escreve a coluna “Painel Político”, bem observou nesta segunda-feira (20) a falta de critérios do Governo de Rondônia para pagar Mídias à Imprensa conforme publicação “transparente” que fez para mostrar os números e cifras da folha. Conforme disse o jornalista, jornais impressos receberam grandes quantidades em dinheiro, embora os sites, mais lidos e fornecedores de material para os jornais impressos, não receberam praticamente nada em comparação.

Até mesmo o jornal “O Estado de São Paulo” recebeu mais de R$ 5,5 mil por uma campanha de febre aftosa, sem circular com a mínima significância em Rondônia; apenas uma ou duas bancas de revista vendem o jornal na capital, e nada mais. Não se sabe quais os critérios do Governo para “escolher” em que empresa investir, de forma que “quem pode mais chora menos”.

Investimentos em Mídia em Pimenta Bueno

Aqui na cidade de Pimenta Bueno está acontecendo mais ou menos a mesma coisa. Um grupo de empresários se reuniu para lançar a primeira feira industrial e comercial do município, mas quem está cuidando da mídia deles é uma empresa de Ji-Paraná. Os empresários pimentenses fizeram uma “parceria” com a Prefeitura que está “patrocinando” a Mídia que é feita pela empresa “de fora”; é a mesma empresa que detém os contratos de Publicidade da Prefeitura de Pimenta Bueno.

Esta ação até pode não estar fora da lei, mas no mínimo deixa insatisfeitos vários veículos de comunicação da cidade que não receberam nem “uma banana”, principalmente os sites. Contudo, os sites não estão sozinhos. Um gerente comercial de uma rádio pimentense manifestou ao proprietário de um dos sites nesta segunda-feira, que também não está contente com a forma de “prioridade” estabelecida pelos empresários, ou pela agência de Ji-Paraná, para pagar esse ou aquele veículo de comunicação, deixando os outros a ver navios.

Conforme disse Alan Alex em sua coluna sobre os pagamentos do Governo de Rondônia aos grandes jornais, “alguns sites de notícias contam com mais leitores que os jornais impressos. Aliás, a bem da verdade, os jornais são pautados pelos sites e mesmo assim, os impressos receberam valores astronômicos, bem longe da realidade em que vivem”.

No último dia 11 o site Rondônia em Geral.com esteve no aeroporto de Pimenta Bueno onde foi cobrir a visita do Governador Confúcio Moura que veio assinar convênios com o município. Várias matérias foram publicadas a respeito da visita e dos convênios no site. Contudo, até agora nenhum agradecimento nos foi direcionado, quanto mais pagamento pela “mídia” da divulgação de seus nomes; porque ao bem da verdade esse tipo de ação acaba por deixar, sob vários aspectos, a Informação em segundo plano – e esta divulgamos a custo zero, de forma que a “imagem” de quem está gerando a Informação se sobrepõe – e isto deveria ter o custo de marketing pessoal.

Comparações inevitáveis

Segundo informações o jornal de maior circulação em Rondônia imprime cerca de 4.000 exemplares por dia, mas em média 3.000 é que chegam às mãos dos leitores. O resto fica encalhado no meio do caminho, principalmente dentro de bancas de revista onde não conseguem ser vendidos.

Uma boa matéria publicada em um bom site no Estado de Rondônia pode ter mais de 40.000 leituras em um ou dois dias. São praticamente 10 dias de circulação ininterrupta de um jornal diário impresso para alcançar o mesmo número de leituras. Mas nunca, em Rondônia, uma única matéria terá o mesmo número de leitores no jornal impresso com relação ao site, porque o jornal publica matérias diferentes todos os dias.

O site O Observador.com repercutiu uma coluna do Rondônia em Geral.com no mês de Abril, que em 24 horas teve mais de 12.000 leituras. Então fica a pergunta: Por que os empresários de Pimenta Bueno, bem como a grande maioria dos políticos, têm dificuldades para investir na internet local?

Eles disseram no “Mural de Recados” do Rondônia em Geral.com que o departamento comercial dos sites tem que entrar em contato com as empresas para oferecer seus produtos, e estão cobertos de razão. Mas o que eles [os empresários] não reconhecem, ou fazem de conta que não sabem, é que isto já vem sendo feito há seis anos, desde que o primeiro jornal eletrônico de Pimenta Bueno entrou no ar com o site “pburgente.com.br”, atualmente Rondônia em Geral.com.

Prefeitura de Pimenta Bueno

Estatisticamente falando as empresas, ou os empresários, não chegam a representar 30% dos investimentos em mídias impressas ou virtuais. O grande investidor é o poder público, afinal, quem mais poderia pagar quase R$ 272 mil ao Jornal Diário da Amazônia por uma campanha contra a Febre Aftosa, se não fosse o Governo do Estado? E olha que tamanha campanha nem chega a ser tão necessária, porque todo criador de gado sabe da obrigatoriedade passível de multa.

Não estou colocando no mérito da questão se vale ou não o investimento por parte do Governo na referida empresa, mas a forma de critérios para que esta recebesse mais que as outras pela mesma campanha. E os sites então? Não dá nem pra comparar, apesar de, como vimos, serem muito mais vistos, lidos e acessados. O Jornal Folha de Rondônia recebeu quase R$ 226 mil pela mesma campanha, enquanto outras empresas receberam mais de R$ 175 mil e 152 mil, e por aí vai.

Levando essa situação em consideração, quais os critérios da Prefeitura de Pimenta Bueno para fazer com que a Agência de Ji-Paraná retorne os investimentos ao município? Ou a empresa leva tudo embora (cerca de R$ 30 mil por mês) e fica por lá mesmo?

A obrigação da Prefeitura é dar publicidade aos seus atos. Mas quantos exemplares do Jornal Folha de Rondônia circulam diariamente em Pimenta Bueno? – A Folha é o principal divulgador dos Atos Oficiais locais. Seriam 100? 70? 50? Quantos?

Os quatro jornais eletrônicos de Pimenta Bueno, Rondônia em Geral.com, Folha Pimentense.com.br, Correio Pimentense.com.br e Pimenta Virtual.com.br têm juntos mais de 10 mil páginas visitadas seguramente todos os dias. Seria como se fossem mais de 10 mil páginas de um jornal impresso folheadas diariamente.

Então, pode-se dizer que a Prefeitura de Pimenta Bueno não faz uma publicidade coerente de seus Atos, porque o Jornal Folha de Rondônia circula com poucos exemplares na cidade. Não se vê mídia da Prefeitura na TV local. Às vezes alguma coisa no Rádio. E os sites?

Os sites Rondônia em Geral.com e Correio Pimentense.com.br fizeram uma mídia da Prefeitura através da Secretaria Municipal de Saúde – SEMSAU contra a violência sexual que venceu no último dia 30, e até agora não receberam pela publicidade. A conversa é sempre a mesma: “são os trâmites”. E quando receberem, quanto será? R$ 100? R$ 200? R$ 300? Estes valores são justos? Seria esse o reconhecimento justo pelo trabalho realizado através dos sites locais para “mostrar” que o Poder Público age?

Acreditamos que não.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Onde estão esses R$ 18 milhões? Questionamentos de um Pensador Pimentese


As obras dos viadutos de Pimenta Bueno estão em vias de serem paralisadas mais uma vez por falta de Licença Ambiental necessária, por parte da SEDAM, para que a Castilho execute o aterro da obra. Sabe-se que os dois viadutos pimentenses vão consumindo algo em torno de R$ 18 milhões. Não se sabe quanto exatamente, mas se for mais, ou menos, não foge muito ao montante mencionado.

Onde está todo esse dinheiro? Essa é a primeira pergunta que se pode fazer diante de todo infortúnio que essas obras inúteis causaram, e continuam causando à população. Inúteis porque Pimenta Bueno sobreviveria sem os viadutos. Se as autoridades políticas que tanto colaboram dando o seu “apoio” ao município, tivessem se esforçado lá atrás para fazer com que esse dinheiro todo recebesse outra destinação em Brasília, e fosse investido em outras obras na cidade, certamente o resultado seria outro, e a probabilidade de ser positivo seria maior.

Os comerciantes vêm arcando com prejuízos incalculáveis nos últimos três anos. A poeira no período da seca fez muitas portas se fecharem ao longo das Marginais da BR 364 no perímetro urbano pimentense e a lama no período das chuvas fez o mesmo. Dezenas de portas estão fechadas até o dia de hoje. São pontos comerciais cujos proprietários não conseguem alugar e, tampouco, vender.

Alguns políticos pimentenses enchem a boca para falar de “apoio”; que o “apoio” recebido está mudando a cidade. Mas em que implicou esse “apoio” na vida daquele cidadão que acorda todo dia às 5 horas da manhã para ir trabalhar; que depende da rede municipal de saúde para se tratar; e que depende do bom andamento escolar dos filhos para continuar tendo esperança em dias melhores?

Apesar de todo “apoio” que alguns políticos julgam ter, a grande maioria da população continua na mesma vidinha de sempre; continua com os mesmos problemas de sempre e está saturada de ouvir candidato pedindo voto em tempos de eleição.

No último dia 11 foi anunciado no aeroporto local que este ano deverão ser executados mais dez quilômetros de asfalto na cidade. Em que implicou, por exemplo, o asfaltamento realizado pelo Governo do Estado no ano passado, já que apesar da valorização de alguns imóveis, outros tantos foram invadidos pela água, pela lama e pelas doenças durante as chuvas, porque as enxurradas não podiam escorrer por falta da execução de um bom projeto que previsse todos esses transtornos causados a dezenas de famílias?

Pimenta Bueno precisa de apoio político que priorize, além da liberação dos recursos, projetos que venham de encontro à realidade dos seus cidadãos. Além de todo transtorno e prejuízos causados até o momento, os viadutos que estão em vias de serem paralisados novamente, ainda vão dividir a cidade ao meio, tirando a visão do comércio. Duas grandes obras inúteis, que de tão enfadonhas dificilmente vão esboçar algum traço de alegria no rosto da população, se um dia forem inaugurados.