O trabalho do vereador é criar leis municipais e fiscalizar sua execução. Trocando em miúdos, é isto. Mas politicamente falando, além de fiscalizar o vereador pode, e deve, pedir. Quanto a isto os vereadores de Pimenta Bueno estão se destacando. Eles vão a Porto Velho, a Brasília e a qualquer cidade a circunvizinhança onde possam abordar desde senadores ao governador do estado.
E tanta “marcação” tem rendido seus frutos. São muitos os recursos que senadores, deputados federais e estaduais, o governo do estado e deputados estaduais têm destinado ao município. Os vereadores poderiam publicar, por exemplo, uma listagem completa e detalhada sobre todos os recursos investidos em Pimenta Bueno, incluindo os nomes dos parlamentares que destinaram as referidas emendas parlamentares.
Na Rádio Rondônia AM, diante do ex-vereador e radialista Moacir de Moura, eles falaram dos recursos dos quais correram atrás e conseguiram converter em investimentos reais. Mas essas coisa de rádio é assim, ou seja, fica no ar... eles falam e o povo logo esquece. Publicação não, é documento, por mais virtual que seja.
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
Afinidades a mil
Na manhã de ontem (15), o Prefeito Augusto Plaça (PMDB), participou de uma importante reunião com o Senador Valdir Raupp (PMDB), e com a deputada federal Marinha Raupp (PMDB), em Brasília. Dentre outros assuntos eles falaram sobre a reforma tributária e a flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal, assunto máximo da XII Marcha de Prefeitos, que ocorre esta semana em Brasília.
Participaram da reunião vários prefeitos de Rondônia, além dos deputados federais Natan Donadon (PMDB), Eduardo Valverde (PT), e Anselmo de Jesus (PT), e a senadora Fátima Cleide (PT), numa clara demonstração de que as afinidades entre PT e PMDB dentro da bancada federal rondoniense apenas copia a máxima da política nacional.
Participaram da reunião vários prefeitos de Rondônia, além dos deputados federais Natan Donadon (PMDB), Eduardo Valverde (PT), e Anselmo de Jesus (PT), e a senadora Fátima Cleide (PT), numa clara demonstração de que as afinidades entre PT e PMDB dentro da bancada federal rondoniense apenas copia a máxima da política nacional.
Superlotação
A superlotação na cadeia de Espigão do Oeste está deixando a população de cabelo em pé. As quatro celas no pátio interno estão abrigando um total de 94 detentos, quando a capacidade máxima não deveria ultrapassar a marca dos 40. Segundo informações as estruturas utilizadas foram adaptadas. No local, antes, funcionava a delegacia de polícia.
Agenda
O deputado federal Natan Donadon, PMDB, vem solidificando o seu nome realizando diversas viagens pelo interior do estado de Rondônia, assinando convênios e trazendo recursos aos municípios, para a felicidade dos prefeitos, como aconteceu em Pimenta Bueno recentemente com a assinatura de um convênio de R$ 800 mil reais para asfaltamento.
Neste sábado (18), o deputado estará em Primavera de Rondônia, onde tem estabelecido uma grande parceria com a prefeita Eloísa Bertoleti. Natan Donadon visitará o Distrito de Querência juntamente com a prefeita para entregar àquela comunidade equipamentos hospitalares adquiridos com emenda parlamentar de sua autoria.
Neste sábado (18), o deputado estará em Primavera de Rondônia, onde tem estabelecido uma grande parceria com a prefeita Eloísa Bertoleti. Natan Donadon visitará o Distrito de Querência juntamente com a prefeita para entregar àquela comunidade equipamentos hospitalares adquiridos com emenda parlamentar de sua autoria.
Mal do Pimentense
Se o “Pimentense Pai” não honrou a Primeira Divisão e se deixou levar para o abismo da Segundona, com o “Pimentense Filho” não podia ser diferente. Nos dois últimos jogos que o Pimentense SUB 18 disputou contra o VEC, perdeu. A primeira foi na casa do adversário e a segunda em casa. Ô cabrunco brabo.
Alguém tinha que orientar os meninos do SUB 18 para darem um nome para o time com o objetivo de se livrarem da “maldição do Pimentense”. Não que Pimenta Bueno seja uma maldição. Não estou falando generalizadamente, estou falando do futebol local... ê povinho... vamos ver ano que vem o comportamento do rubro-negro na Segundona sob o comando – ainda não se sabe ao certo, até que ponto, dos vereadores Celso Bueno e Professor Régis. É esperar pra ver.
Mas até segunda ordem o time ainda está no nome do velho e bom Rubão. Se alguém quiser saber de mais coisas, vai conversar com a “Tia do Restaurante” em frente a Rodoviária, ao lado da Farmácia... ela tem bastante história pra contar... e é animada heim.. é tanta história que dá pra escrever um best-seller.
Alguém tinha que orientar os meninos do SUB 18 para darem um nome para o time com o objetivo de se livrarem da “maldição do Pimentense”. Não que Pimenta Bueno seja uma maldição. Não estou falando generalizadamente, estou falando do futebol local... ê povinho... vamos ver ano que vem o comportamento do rubro-negro na Segundona sob o comando – ainda não se sabe ao certo, até que ponto, dos vereadores Celso Bueno e Professor Régis. É esperar pra ver.
Mas até segunda ordem o time ainda está no nome do velho e bom Rubão. Se alguém quiser saber de mais coisas, vai conversar com a “Tia do Restaurante” em frente a Rodoviária, ao lado da Farmácia... ela tem bastante história pra contar... e é animada heim.. é tanta história que dá pra escrever um best-seller.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
13 de julho: Dia Mundial do Rock
Há exatos 24 anos, o rock mundial pegou em armas contra a fome. Não foram usadas bazucas ou metralhadoras, mas guitarras, baixos e baterias: era o festival Live Aid, organizado pelo cantor e ativista Bob Geldof — o personagem Pink do filme The Wall — para arrecadar fundos destinados aos famintos na Etiópia. Dividido entre palcos nos estádios Wembley, em Londres, e JFK, na Filadélfia, o evento reuniu um batalhão de estrelas — entre elas, Paul McCartney, Madonna, David Bowie, Queen, U2 e um Led Zeppelin reunido para a ocasião — a banda havia sido dissolvida cinco anos antes, com a morte do baterista John Bonham. Desde então, o 13 de julho é lembrado como o Dia Mundial do Rock.
Foi, de fato, uma data em que o rock encarnou uma de suas principais características — a inconformidade com o status quo. Parece uma boa escolha, na medida em que é praticamente impossível definir uma data para o nascimento do rock'n'roll: uns dizem que é o compacto Rocket 88, de Jackie Brenston, lançado em 1951 e regravado por Ike Turner (mais famoso como descobridor e marido de Tina Turner) no mesmo ano. Outros preferem Rock Around the Clock, cover gravado por Bill Haley em 1954. Há também os fãs incondicionais de That's All Right, Mama, primeiro compacto de Elvis, também de 1954.
Essa é daquelas histórias que não pode ser resumida em uma única data, ou em três acordes. Assim, o Segundo Caderno lista outras ocasiões que também poderiam ser consideradas dias mundiais do rock. Não necessariamente datas de lançamentos de discos ou nascimento e morte de artistas, mas episódios que foram decisivos para que esse tal de rock'n'roll continue rolando por aí.
A maior expressão do rock no Brasil ainda é Raul Seixas.
Algumas músicas de Raul Seixas para você ouvir agora:
Aluga-se
As Minas do Rei Salomão
Coisas do Coração
Como Vovó já Dizia
Coração Noturno
Cowboy fora da lei
Eu sou Egoísta
Eu Também vou Reclamar
Let Me Sing, Let Me Sing
Maluco Beleza
Metrô Linha 743
Meu Amigo Pedro
Não Pare na Pista - Ao vivo
O Dia em que a Terra Parou
Rock das Aranhas
S.O.S.
Sociedade Alternativa
Tú és o MDC da minha Vida
Pequeno relato sobre o meu envolvimento com o Rock n’ Roll
A culpa toda foi do meu pai, hoje radiologista no Hospital Municipal Ana Neta em Pimenta Bueno, mas que nos idos de 1986 era proprietário do então Hotel Vitória, que mais tarde se tornou Hotel Avenida e hoje está sendo transformado em várias quitinetes.
Pois bem, como ia dizendo o sr. Antônio Luiz, meu pai, também conhecido na época como "Bigode", e atualmente como "Tonho do Raio X", assava carne todos os domingos e, pra variar me colocava, aos 11 anos de idade, para cuidar da churrasqueira, enquanto ele e minha mãe se deliciavam com os amigos.
Esse serviço era um saco e eu não gostava de fazê-lo.
Mas tínhamos um vizinho fã de Raul Seixas, o Nenê, que apesar de ter bem mais idade que eu, se tornou meu amigo. E foi o Nenê, filho do seu Chico e da dona Rosa – que Deus os tenha em lugar maravilhoso, que começou a levar as fitas K7 do Raul Seixas para o hotel. Então, quando meu pai queria que eu cuidasse da churrasqueira aos domingos, ele providencialmente dizia: “Vai lá, chama o Nenê e traz umas fitas do Raul pra você irem ouvindo enquanto cuida da lingüiça”. E foi assim que tudo começou.
Nesta época eu gostava muito de ouvir a música “Metrô Linha 743”. O Nenê tinha uma fita K7 desse álbum que ouvíamos repetidas vezes.
Depois, já aos 18 anos de idade, fui conhecer minha terra natal, Nova Londrina, no Paraná. E lá conheci o meu Tio Evaldo. Outro roqueiro que me mostrou bandas como Pink Floyd, Led Zeppelin, Iron Maiden e até mesmo Pantera, Sepultura, Metallica e outras bandas pesadas. Foi a época do auge do Guns n’ Roses no Brasil, e não foi difícil para mim, em pouco tempo, ter fitas K7 e discos de vinil do Guns. Quem tinha isto, tinha tudo.
Depois desta época, andando pelo mundo afora, fui conhecendo uma infinidade de bandas de rock sem a possibilidade de voltar a ser aquela pessoa ingênua que aos 11 anos começou ouvindo Raul Seixas nas fitas K7 do vizinho. Hoje posso não estar atualizado no tocante as bandas da atualidade, até porque minha “escola do rock” foi com as primeiras grandes bandas, das quais algumas perpetuam até o momento, como o próprio Metallica, Rolling Stones, U2, dentre outros.
Fizeram parte desta “formação” personagens como Jimmy Hendrix, Janes Joplin, Jim Morrison e Fred Mercury, dentre outros.
No Brasil eu gostei muito da primeira formação do Raimundos. Também gostei muito da banda Os Theobaldos que, se não me engano, gravou apenas um disco. Tive acesso a uma fita K7 dos Theobaldos e nunca mais ouvi falar, inclusive, se alguém tiver o som dos caras aí, favor entrar em contato comigo pelo MSN: pburgente@hotmail.com. Também gosto das levadas mais pesadas dos Titãs, Ira e outras bandas mais pop do que rock. Gosto ainda dos Ratos de Porão e Angra, grandes bandas.
Como freqüento igrejas evangélicas, ouço bandas de rock evangélicas, mas existe uma grande dificuldade de acesso às bandas mais pesadas deste mercado, pois os discos praticamente não são divulgados. Existem bandas evangélicas pelo mundo afora que tocam tanto quanto as que já mencionei acima, mas é quase impossível encontrá-las e ter acesso aos discos, porque como disse, são pouco difundidas. Essas bandas também “passeiam” entre os estilos heavy, trash, rock n’ roll, blues e outras levadas pesadas, rápidas e distorcidas.
Foi, de fato, uma data em que o rock encarnou uma de suas principais características — a inconformidade com o status quo. Parece uma boa escolha, na medida em que é praticamente impossível definir uma data para o nascimento do rock'n'roll: uns dizem que é o compacto Rocket 88, de Jackie Brenston, lançado em 1951 e regravado por Ike Turner (mais famoso como descobridor e marido de Tina Turner) no mesmo ano. Outros preferem Rock Around the Clock, cover gravado por Bill Haley em 1954. Há também os fãs incondicionais de That's All Right, Mama, primeiro compacto de Elvis, também de 1954.
Essa é daquelas histórias que não pode ser resumida em uma única data, ou em três acordes. Assim, o Segundo Caderno lista outras ocasiões que também poderiam ser consideradas dias mundiais do rock. Não necessariamente datas de lançamentos de discos ou nascimento e morte de artistas, mas episódios que foram decisivos para que esse tal de rock'n'roll continue rolando por aí.
A maior expressão do rock no Brasil ainda é Raul Seixas.
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Algumas músicas de Raul Seixas para você ouvir agora:
Aluga-se
As Minas do Rei Salomão
Coisas do Coração
Como Vovó já Dizia
Coração Noturno
Cowboy fora da lei
Eu sou Egoísta
Eu Também vou Reclamar
Let Me Sing, Let Me Sing
Maluco Beleza
Metrô Linha 743
Meu Amigo Pedro
Não Pare na Pista - Ao vivo
O Dia em que a Terra Parou
Rock das Aranhas
S.O.S.
Sociedade Alternativa
Tú és o MDC da minha Vida
Pequeno relato sobre o meu envolvimento com o Rock n’ Roll
A culpa toda foi do meu pai, hoje radiologista no Hospital Municipal Ana Neta em Pimenta Bueno, mas que nos idos de 1986 era proprietário do então Hotel Vitória, que mais tarde se tornou Hotel Avenida e hoje está sendo transformado em várias quitinetes.
Pois bem, como ia dizendo o sr. Antônio Luiz, meu pai, também conhecido na época como "Bigode", e atualmente como "Tonho do Raio X", assava carne todos os domingos e, pra variar me colocava, aos 11 anos de idade, para cuidar da churrasqueira, enquanto ele e minha mãe se deliciavam com os amigos.
Esse serviço era um saco e eu não gostava de fazê-lo.
Mas tínhamos um vizinho fã de Raul Seixas, o Nenê, que apesar de ter bem mais idade que eu, se tornou meu amigo. E foi o Nenê, filho do seu Chico e da dona Rosa – que Deus os tenha em lugar maravilhoso, que começou a levar as fitas K7 do Raul Seixas para o hotel. Então, quando meu pai queria que eu cuidasse da churrasqueira aos domingos, ele providencialmente dizia: “Vai lá, chama o Nenê e traz umas fitas do Raul pra você irem ouvindo enquanto cuida da lingüiça”. E foi assim que tudo começou.
Nesta época eu gostava muito de ouvir a música “Metrô Linha 743”. O Nenê tinha uma fita K7 desse álbum que ouvíamos repetidas vezes.
Depois, já aos 18 anos de idade, fui conhecer minha terra natal, Nova Londrina, no Paraná. E lá conheci o meu Tio Evaldo. Outro roqueiro que me mostrou bandas como Pink Floyd, Led Zeppelin, Iron Maiden e até mesmo Pantera, Sepultura, Metallica e outras bandas pesadas. Foi a época do auge do Guns n’ Roses no Brasil, e não foi difícil para mim, em pouco tempo, ter fitas K7 e discos de vinil do Guns. Quem tinha isto, tinha tudo.
Depois desta época, andando pelo mundo afora, fui conhecendo uma infinidade de bandas de rock sem a possibilidade de voltar a ser aquela pessoa ingênua que aos 11 anos começou ouvindo Raul Seixas nas fitas K7 do vizinho. Hoje posso não estar atualizado no tocante as bandas da atualidade, até porque minha “escola do rock” foi com as primeiras grandes bandas, das quais algumas perpetuam até o momento, como o próprio Metallica, Rolling Stones, U2, dentre outros.
Fizeram parte desta “formação” personagens como Jimmy Hendrix, Janes Joplin, Jim Morrison e Fred Mercury, dentre outros.
No Brasil eu gostei muito da primeira formação do Raimundos. Também gostei muito da banda Os Theobaldos que, se não me engano, gravou apenas um disco. Tive acesso a uma fita K7 dos Theobaldos e nunca mais ouvi falar, inclusive, se alguém tiver o som dos caras aí, favor entrar em contato comigo pelo MSN: pburgente@hotmail.com. Também gosto das levadas mais pesadas dos Titãs, Ira e outras bandas mais pop do que rock. Gosto ainda dos Ratos de Porão e Angra, grandes bandas.
Como freqüento igrejas evangélicas, ouço bandas de rock evangélicas, mas existe uma grande dificuldade de acesso às bandas mais pesadas deste mercado, pois os discos praticamente não são divulgados. Existem bandas evangélicas pelo mundo afora que tocam tanto quanto as que já mencionei acima, mas é quase impossível encontrá-las e ter acesso aos discos, porque como disse, são pouco difundidas. Essas bandas também “passeiam” entre os estilos heavy, trash, rock n’ roll, blues e outras levadas pesadas, rápidas e distorcidas.
domingo, 12 de julho de 2009
Mengão poderia ter jogado melhor, mesmo dentro do Morumbi
Do Globo Esporte
Em um jogo emocionante, o Imperador voltou ao Morumbi um ano após defender o São Paulo. E marcou, mas não comemorou. O anfitrião, sem apresentar um bom futebol e com um a menos, conseguiu pelo menos assegurar o empate por 2 a 2 com o Flamengo, na tarde deste domingo, pelo Brasileiro.
Com o resultado, o dono da casa está com 11 pontos, em 12º lugar provisoriamente, afastando-se da zona de rebaixamento. O Flamengo acabou a partida em sétimo, com 15 pontos. Na próxima rodada, o Tricolor encara o Atlético-MG fora de casa, na quinta-feira. Um dia antes, o time carioca recebe o Palmeiras no Maracanã.
Anotações da partida: Arnaldo B. T. Martins
Primeiro tempo entre São Paulo e Flamengo
O são Paulo veio de uma derrota para o Coritiba precisando vencer o Flamengo em casa, dentro do Morumbi. Mas aos 3 minutos de jogos Fierro, que jogou sua segunda partida como titular, abre o placar em favor do Flamengo. Aos 9 minutos Adriano, a grande aposta do Fla desfalcado para esta partida, ficou cara a cara com o goleiro Denis do São Paulo e chutou desequilibrado, em cima do goleiro.
Aos 18 minutos Borges deixa tudo igual para o São Paulo. Aos vinte minutos começa uma chuva de cartões amarelos com Renato Silva empurrando Adriano que recebeu um pênalti. Adriano cobrou e colocou o Flamengo à frente no placar.
Fierro recebeu cartão amarelo aos 23 minutos, Wellinton aos 31, Everton Silva aos 36, Adriano aos 37, Bruno aos 38 e antes do final da primeira etapa, aos 43 minutos, o Zagueiro Renato Silva, do São Paulo, recebe o cartão vermelho e é expulso.
Segundo tempo
Já aos 4 minutos foi a vez de Leonardo Moura receber um cartão amarelo. O Flamengo começou a segunda etapa na pressão com Adriano tentando cruzar dentro da área e reclamando toque de mão de Jean.
Como ninguém havia mexido nos times durante o intervalo, aos 13 minutos São Paulo substituiu 2 jogadores. Entrou Eduardo Costa para saída de Hernanes e entrou Jorge Wagner para saída de Hugo.
Aos 18 minutos Willians, do Flamengo, empurrou Miranda dentro da área do São Paulo e o Juiz anotou o pênalti em favor do tricolor. Aos 19 minutos Jorge Wagner cobrou e deixou tudo igual no placar: 2 X 2. Logo aos 21 minutos o próprio Jorge Wagner também recebeu um cartão amarelo.
Aos 25 minutos o Flamengo fez sua primeira substituição com Erick Flores entrando para a saída de Wellinton. Aos 27 minutos o Flamengo já tinha seis escanteios contra nenhum do São Paulo.
Aos 31 minutos o time da casa fez sua última substituição, colocando Washington em campo e tirando Borges. Aos 32 minutos foi a vez do Flamengo mexer mais uma vez: Entrou Jorbison para a saída de Fierro.
Aos 35 o meio-campo Everton dominou a bola com a mão e recebeu mais um cartão amarelo na partida. Aos 42 o Flamengo perdeu uma grande oportunidade de marcar o terceiro gol com bola cruzada de Willians dentro da área e Erick Flores errando o gol sem goleiro. Aos 43 Adriano também cruzou na área, mas a zaga do São Paulo afastou o perigo.
Aos 44 o Juiz Ricardo Marques, anunciou mais 4 minutos de acréscimo. Já no finalzinho uma jogada polêmica deveria ter favorecido o São Paulo com penalidade não marcada pelo Juiz.
A partida terminou com o Flamengo ocupando a sétima colocação somando 15 pontos e o anfitrião em 12° com 11 pontos. Na próxima rodada, o Tricolor encara o Atlético-MG fora de casa, na quinta-feira. Um dia antes, o time carioca recebe o Palmeiras no Maracanã. O Flamengo recebeu 8 cartões amarelos dentro de campo e o São Paulo 2, além de um vermelho.
Adriano diz que não comemorou o seu gol em respeito ao São Paulo
Em um jogo emocionante, o Imperador voltou ao Morumbi um ano após defender o São Paulo. E marcou, mas não comemorou. O anfitrião, sem apresentar um bom futebol e com um a menos, conseguiu pelo menos assegurar o empate por 2 a 2 com o Flamengo, na tarde deste domingo, pelo Brasileiro.
Com o resultado, o dono da casa está com 11 pontos, em 12º lugar provisoriamente, afastando-se da zona de rebaixamento. O Flamengo acabou a partida em sétimo, com 15 pontos. Na próxima rodada, o Tricolor encara o Atlético-MG fora de casa, na quinta-feira. Um dia antes, o time carioca recebe o Palmeiras no Maracanã.
Anotações da partida: Arnaldo B. T. Martins
Primeiro tempo entre São Paulo e Flamengo
O são Paulo veio de uma derrota para o Coritiba precisando vencer o Flamengo em casa, dentro do Morumbi. Mas aos 3 minutos de jogos Fierro, que jogou sua segunda partida como titular, abre o placar em favor do Flamengo. Aos 9 minutos Adriano, a grande aposta do Fla desfalcado para esta partida, ficou cara a cara com o goleiro Denis do São Paulo e chutou desequilibrado, em cima do goleiro.
Aos 18 minutos Borges deixa tudo igual para o São Paulo. Aos vinte minutos começa uma chuva de cartões amarelos com Renato Silva empurrando Adriano que recebeu um pênalti. Adriano cobrou e colocou o Flamengo à frente no placar.
Fierro recebeu cartão amarelo aos 23 minutos, Wellinton aos 31, Everton Silva aos 36, Adriano aos 37, Bruno aos 38 e antes do final da primeira etapa, aos 43 minutos, o Zagueiro Renato Silva, do São Paulo, recebe o cartão vermelho e é expulso.
Segundo tempo
Já aos 4 minutos foi a vez de Leonardo Moura receber um cartão amarelo. O Flamengo começou a segunda etapa na pressão com Adriano tentando cruzar dentro da área e reclamando toque de mão de Jean.
Como ninguém havia mexido nos times durante o intervalo, aos 13 minutos São Paulo substituiu 2 jogadores. Entrou Eduardo Costa para saída de Hernanes e entrou Jorge Wagner para saída de Hugo.
Aos 18 minutos Willians, do Flamengo, empurrou Miranda dentro da área do São Paulo e o Juiz anotou o pênalti em favor do tricolor. Aos 19 minutos Jorge Wagner cobrou e deixou tudo igual no placar: 2 X 2. Logo aos 21 minutos o próprio Jorge Wagner também recebeu um cartão amarelo.
Aos 25 minutos o Flamengo fez sua primeira substituição com Erick Flores entrando para a saída de Wellinton. Aos 27 minutos o Flamengo já tinha seis escanteios contra nenhum do São Paulo.
Aos 31 minutos o time da casa fez sua última substituição, colocando Washington em campo e tirando Borges. Aos 32 minutos foi a vez do Flamengo mexer mais uma vez: Entrou Jorbison para a saída de Fierro.
Aos 35 o meio-campo Everton dominou a bola com a mão e recebeu mais um cartão amarelo na partida. Aos 42 o Flamengo perdeu uma grande oportunidade de marcar o terceiro gol com bola cruzada de Willians dentro da área e Erick Flores errando o gol sem goleiro. Aos 43 Adriano também cruzou na área, mas a zaga do São Paulo afastou o perigo.
Aos 44 o Juiz Ricardo Marques, anunciou mais 4 minutos de acréscimo. Já no finalzinho uma jogada polêmica deveria ter favorecido o São Paulo com penalidade não marcada pelo Juiz.
A partida terminou com o Flamengo ocupando a sétima colocação somando 15 pontos e o anfitrião em 12° com 11 pontos. Na próxima rodada, o Tricolor encara o Atlético-MG fora de casa, na quinta-feira. Um dia antes, o time carioca recebe o Palmeiras no Maracanã. O Flamengo recebeu 8 cartões amarelos dentro de campo e o São Paulo 2, além de um vermelho.
Adriano diz que não comemorou o seu gol em respeito ao São Paulo
Rubens Barrichello: O eterno funcionário do chefe
Foto: Globo Esporte
Arnaldo B. T. Martins
Quando criança meu charme era assistir corrida de Fórmula 1 ao lado do meu pai, Antônio Luiz. Houve momentos em que ele chegou a me acordar, de manhã, para assistir Airton Senna vencer. Era emocionante. Vibrávamos bastante e gostávamos de assistir a TV. Também tive a oportunidade de ver Nelson Piquet vencer, embora não me lembre bem do que assisti.
Mas de uns tempos para cá passei a não ter mais entusiasmo pelas corridas de F1, principalmente depois de passar uma temporada inteira vendo um piloto brasileiro fazendo o seu papel de segundo piloto, para que o grande nome de Michael Schumacher se consagrasse ao ponto mais alto do automobilismo mundial, devendo levar algumas décadas daqui para frente para ser batido.
Rubens Barrichello fez a parte que lhe interessava nesta época e defendeu o seu salário. Houve corrida em que na última volta freou o carro para que o alemão passasse em primeiro lugar e ele em segundo. Afinal, temos que reconhecer que este era o seu emprego que deveria ser defendido a este custo, mesmo em contradição do povo da sua pátria que queria vê-lo vencer.
Depois que Barrichello saiu da Ferrari passando a pilotar um carro da Brawn GP, este ano as esperanças se renovaram, mas neste domingo (12), percebemos que o velho e bom Rubinho não tem mesmo moral nem mesmo com a atual equipe para sagrar-se campeão de uma prova. Depois de liderar 32 voltas de 60 no GP da Alemanha, a equipe errou no seu abastecimento, perdeu tempo atrás de Felipe Massa e, na última parada seu companheiro de equipe, Jenson Button, líder da temporada, foi priorizado.
A corrida deste domingo foi a primeira que assisti do começo ao fim neste ano de 2009. Por um momento pensei que veria Barrichello no ponto mais alto do pódio, tendo ao seu lado o também brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, que, aliás fez uma grande corrida saindo da oitava posição e defendendo a terceira colocação, subindo ao pódio pela primeira vez nesta temporada apesar de também ter sido prejudicado pela equipe numa troca de pneus. O “Rubinho Pé de Chinelo”, como ficou nacionalmente conhecido, terminou apenas em sexto lugar.
Pouco para um grande piloto, como é; muito para um funcionário de uma empresa que obedece as ordens do chefe.
O grande astro desta etapa foi Mark Webber (Foto), da RBR, que depois de correr 132 grandes prêmios venceu pela primeira vez na carreira, emocionando o mundo com seus gritos e choros ainda dentro do carro depois de receber a bandeirada na linha de chegada. E olha que ainda foi punido pela direção da prova com uma passagem pelo pit stop por ter dado um “chega pra lá”, um “totózinho”, em Rubens Barrichello na largada. Como se não bastasse, a escuderia também fez uma dobradinha com o alemão Sebastian Vettel cruzando em segundo lugar.
Equipe de Barichello erra no abastecimento
Webber vibra e chora dentro do carro
![]() |
Arnaldo B. T. Martins
Quando criança meu charme era assistir corrida de Fórmula 1 ao lado do meu pai, Antônio Luiz. Houve momentos em que ele chegou a me acordar, de manhã, para assistir Airton Senna vencer. Era emocionante. Vibrávamos bastante e gostávamos de assistir a TV. Também tive a oportunidade de ver Nelson Piquet vencer, embora não me lembre bem do que assisti.
Mas de uns tempos para cá passei a não ter mais entusiasmo pelas corridas de F1, principalmente depois de passar uma temporada inteira vendo um piloto brasileiro fazendo o seu papel de segundo piloto, para que o grande nome de Michael Schumacher se consagrasse ao ponto mais alto do automobilismo mundial, devendo levar algumas décadas daqui para frente para ser batido.
Rubens Barrichello fez a parte que lhe interessava nesta época e defendeu o seu salário. Houve corrida em que na última volta freou o carro para que o alemão passasse em primeiro lugar e ele em segundo. Afinal, temos que reconhecer que este era o seu emprego que deveria ser defendido a este custo, mesmo em contradição do povo da sua pátria que queria vê-lo vencer.
Depois que Barrichello saiu da Ferrari passando a pilotar um carro da Brawn GP, este ano as esperanças se renovaram, mas neste domingo (12), percebemos que o velho e bom Rubinho não tem mesmo moral nem mesmo com a atual equipe para sagrar-se campeão de uma prova. Depois de liderar 32 voltas de 60 no GP da Alemanha, a equipe errou no seu abastecimento, perdeu tempo atrás de Felipe Massa e, na última parada seu companheiro de equipe, Jenson Button, líder da temporada, foi priorizado.
A corrida deste domingo foi a primeira que assisti do começo ao fim neste ano de 2009. Por um momento pensei que veria Barrichello no ponto mais alto do pódio, tendo ao seu lado o também brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, que, aliás fez uma grande corrida saindo da oitava posição e defendendo a terceira colocação, subindo ao pódio pela primeira vez nesta temporada apesar de também ter sido prejudicado pela equipe numa troca de pneus. O “Rubinho Pé de Chinelo”, como ficou nacionalmente conhecido, terminou apenas em sexto lugar.
Pouco para um grande piloto, como é; muito para um funcionário de uma empresa que obedece as ordens do chefe.
O grande astro desta etapa foi Mark Webber (Foto), da RBR, que depois de correr 132 grandes prêmios venceu pela primeira vez na carreira, emocionando o mundo com seus gritos e choros ainda dentro do carro depois de receber a bandeirada na linha de chegada. E olha que ainda foi punido pela direção da prova com uma passagem pelo pit stop por ter dado um “chega pra lá”, um “totózinho”, em Rubens Barrichello na largada. Como se não bastasse, a escuderia também fez uma dobradinha com o alemão Sebastian Vettel cruzando em segundo lugar.
Equipe de Barichello erra no abastecimento
Webber vibra e chora dentro do carro
sábado, 11 de julho de 2009
Um Brasil digno de um Roberto Carlos que comemorou 50 anos de sucesso em grande estilo
Foto: Alexandre Durão/G1
Arnaldo B. T. Martins
Dificilmente em clássicos futebolísticos, como o enfrentamento entre Flamengo e Fluminense também conhecido como Fla-Flu, o Estádio do Maracanã, cartão postal do Brasil localizado no Rio de Janeiro, fica tão lotado. Na noite deste sábado (11), com transmissão ao vivo para todo o país e exterior, o cantor Roberto Carlos se apresentou diante de um público estimado em 68 mil pessoas comemorando 50 anos de sua carreira.
Sobre um palco de 700 metros quadrados, o “Rei” chegou dirigindo um Calhambeque azul de sua propriedade. Artistas e pessoas de vários países prestigiaram o ícone da Música Popular Brasileira.
Numa época de músicas que geralmente trazem letras que induzem à sensualidade, à sexualidade, à violência, à exploração desenfreada da imagem do corpo perfeito; que banalizam temas como amor, saudade e esperança, Roberto Carlos desafia gerações apregoando em suas canções justamente o contrário.
Com uma extensa discografia contendo quase 700 músicas, o cantor passeia pelos estilos Romântico, MPB e Jovem Guarda encantando bisavós, avós, pais e mães além dos filhos mais novos. Milhões de brasileiros se colocaram em frente à TV que pela Rede Globo transmitiu o show ao vivo.
O Diário do Dado preparou uma pequena homenagem disponibilizando no topo da coluna ao lado um link que conduzirá nossos leitores para 670 letras de músicas de Roberto Carlos, mais de cem músicas cifradas, além de vasta informação sobre o artista, além de ainda terem a oportunidade de se darem ao luxo de escolher dezenas de álbuns completos para ouvir, tudo gratuito e aqui, no seu computador. Bom proveito!
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Arnaldo B. T. Martins
Dificilmente em clássicos futebolísticos, como o enfrentamento entre Flamengo e Fluminense também conhecido como Fla-Flu, o Estádio do Maracanã, cartão postal do Brasil localizado no Rio de Janeiro, fica tão lotado. Na noite deste sábado (11), com transmissão ao vivo para todo o país e exterior, o cantor Roberto Carlos se apresentou diante de um público estimado em 68 mil pessoas comemorando 50 anos de sua carreira.
Sobre um palco de 700 metros quadrados, o “Rei” chegou dirigindo um Calhambeque azul de sua propriedade. Artistas e pessoas de vários países prestigiaram o ícone da Música Popular Brasileira.
Numa época de músicas que geralmente trazem letras que induzem à sensualidade, à sexualidade, à violência, à exploração desenfreada da imagem do corpo perfeito; que banalizam temas como amor, saudade e esperança, Roberto Carlos desafia gerações apregoando em suas canções justamente o contrário.
Com uma extensa discografia contendo quase 700 músicas, o cantor passeia pelos estilos Romântico, MPB e Jovem Guarda encantando bisavós, avós, pais e mães além dos filhos mais novos. Milhões de brasileiros se colocaram em frente à TV que pela Rede Globo transmitiu o show ao vivo.
O Diário do Dado preparou uma pequena homenagem disponibilizando no topo da coluna ao lado um link que conduzirá nossos leitores para 670 letras de músicas de Roberto Carlos, mais de cem músicas cifradas, além de vasta informação sobre o artista, além de ainda terem a oportunidade de se darem ao luxo de escolher dezenas de álbuns completos para ouvir, tudo gratuito e aqui, no seu computador. Bom proveito!
Mensagem de um pai ainda “perdido” às autoridades ligadas à Saúde Municipal de Pimenta Bueno
Arnaldo B. T. Martins
O que vão dizer agora da pequena Izabela Amábile, minha filhinha de 7 anos que faleceu no último dia 26 de maio com suspeita de meningite dentro de uma ambulância a caminho de Porto Velho na tentativa de fazer um exame, depois de ter padecido ao lado da mãe e ao meu lado por não menos que 30 horas e 50 minutos dentro do Hospital Ana Neta, em Pimenta Bueno, e noutro hospital em Cacoal? Qualquer coisa. Agora podem dizer qualquer coisa, porque ela já se foi sem que um exame fosse feito a tempo.
Mas isso não importa mais, o que importa é que daqui para frente as pessoas com os sintomas da meningite têm que ser atendidas em tempo hábil, como aconteceu depois com uma jovem, que segundo matéria postada no site do meu colega Omégeni Ramos, o Correio Pimentense, chegou a tempo de fazer o exame em Porto Velho que, graças a Deus, deu negativo.
Que o exame da Izabela desse negativo e que ela morresse do mesmo jeito, como aconteceu, se essa era a vontade do Pai Celestial, mas que, também, ficássemos aqui sabendo que tipo de mau acometeu nossa filha levando-a a óbito. Coisa que jamais saberemos. Agora nós – pais, tanto quanto eles – autoridades, como o Secretário Municipal de Saúde, Eliziário Benevenutti, por exemplo, poderemos dizer qualquer coisa.
É claro que no laudo da médica “faltou consistência de sinais clínicos e exames gerais e específicos para diagnosticar e confirmar o caso de meningite”, como está postado no site do meu amigo e no PBURGENTE, pois fiz questão de repercutir a matéria. Faltou porque o exame não foi feito a tempo. Portanto, faltaram informações em seu laudo sim. Isto é óbvio. Quanto a jovem que se safou da doença, a diferença é que esta foi encaminhada apressadamente para Porto Velho, tendo tempo de realizar o exame apropriado.
Minha filha teve dor de cabeça no dia 25 de maio, uma segunda-feira, às seis horas da manhã, quando foi para o hospital Ana Neta com a mãe, Rafaela Del Negri, minha esposa. A menina padeceu dentro do Ana Neta tomando remédio para dor de cabeça até as 21 horas, quando foi transferida para Cacoal. Às 9 horas da terça-feira, dia 26, foi encaminhada às pressas para Porto Velho. Já estava em coma. Faleceu na BR 364, alguns quilômetros depois de Ariquemes ao meio dia e 50 minutos.
Agora eu deixo a pergunta ao senhor secretário Eliziário Benevenutti, à médica que “cuidou” da nossa filha em Pimenta Bueno, aos que “cuidaram” da nossa filha em Cacoal, e a todos quantos queiram responder: ISTO É ATENDIMENTO EM TEMPO HÁBIL PARA UMA SUSPEITA DE MENINGITE BACTERIANA?
Minha esposa e eu sofremos ao lado da nossa filha por 30 horas e 50 minutos até o seu falecimento, sendo que a meningite bacteriana pode matar dentro de 24 a 48 horas. Em pelo menos 12% dos casos registrados isto é um fato, e minha filha está incluída nesta triste estatística.
SINTOMAS? Ela apresentou quase todos durante as intermináveis horas em que passou mal. Confusão mental, que ocorre em mais de 70% dos casos, e rigidez na nuca, que ocorre em mais de 80% dos casos, estavam presentes. Apenas não apresentou febre, que ocorre em mais de 90% dos casos, mas como cogitou um médico, “nem deu tempo”.
E como disse anteriormente, senhoras e senhores, este não é mais o caso. Se toda pessoa que chegar com suspeita de meningite ao hospital municipal Ana Neta em Pimenta Bueno, for atendida em tempo hábil, como foi a jovem depois da minha filha, vós estais de parabéns, porque é levando a sério as vossas próprias profissões, e tendo “cuidado”, real, com as pessoas, é que vidas terão uma chance a mais de serem salvas.
Felicidades à jovem que não tem meningite, e parabéns às autoridades pimentenses por este atendimento em tempo hábil.
(Sempre em memória de Izabela Amábile, filha querida e amada)
O que vão dizer agora da pequena Izabela Amábile, minha filhinha de 7 anos que faleceu no último dia 26 de maio com suspeita de meningite dentro de uma ambulância a caminho de Porto Velho na tentativa de fazer um exame, depois de ter padecido ao lado da mãe e ao meu lado por não menos que 30 horas e 50 minutos dentro do Hospital Ana Neta, em Pimenta Bueno, e noutro hospital em Cacoal? Qualquer coisa. Agora podem dizer qualquer coisa, porque ela já se foi sem que um exame fosse feito a tempo.
Mas isso não importa mais, o que importa é que daqui para frente as pessoas com os sintomas da meningite têm que ser atendidas em tempo hábil, como aconteceu depois com uma jovem, que segundo matéria postada no site do meu colega Omégeni Ramos, o Correio Pimentense, chegou a tempo de fazer o exame em Porto Velho que, graças a Deus, deu negativo.
Que o exame da Izabela desse negativo e que ela morresse do mesmo jeito, como aconteceu, se essa era a vontade do Pai Celestial, mas que, também, ficássemos aqui sabendo que tipo de mau acometeu nossa filha levando-a a óbito. Coisa que jamais saberemos. Agora nós – pais, tanto quanto eles – autoridades, como o Secretário Municipal de Saúde, Eliziário Benevenutti, por exemplo, poderemos dizer qualquer coisa.
É claro que no laudo da médica “faltou consistência de sinais clínicos e exames gerais e específicos para diagnosticar e confirmar o caso de meningite”, como está postado no site do meu amigo e no PBURGENTE, pois fiz questão de repercutir a matéria. Faltou porque o exame não foi feito a tempo. Portanto, faltaram informações em seu laudo sim. Isto é óbvio. Quanto a jovem que se safou da doença, a diferença é que esta foi encaminhada apressadamente para Porto Velho, tendo tempo de realizar o exame apropriado.
Minha filha teve dor de cabeça no dia 25 de maio, uma segunda-feira, às seis horas da manhã, quando foi para o hospital Ana Neta com a mãe, Rafaela Del Negri, minha esposa. A menina padeceu dentro do Ana Neta tomando remédio para dor de cabeça até as 21 horas, quando foi transferida para Cacoal. Às 9 horas da terça-feira, dia 26, foi encaminhada às pressas para Porto Velho. Já estava em coma. Faleceu na BR 364, alguns quilômetros depois de Ariquemes ao meio dia e 50 minutos.
Agora eu deixo a pergunta ao senhor secretário Eliziário Benevenutti, à médica que “cuidou” da nossa filha em Pimenta Bueno, aos que “cuidaram” da nossa filha em Cacoal, e a todos quantos queiram responder: ISTO É ATENDIMENTO EM TEMPO HÁBIL PARA UMA SUSPEITA DE MENINGITE BACTERIANA?
Minha esposa e eu sofremos ao lado da nossa filha por 30 horas e 50 minutos até o seu falecimento, sendo que a meningite bacteriana pode matar dentro de 24 a 48 horas. Em pelo menos 12% dos casos registrados isto é um fato, e minha filha está incluída nesta triste estatística.
SINTOMAS? Ela apresentou quase todos durante as intermináveis horas em que passou mal. Confusão mental, que ocorre em mais de 70% dos casos, e rigidez na nuca, que ocorre em mais de 80% dos casos, estavam presentes. Apenas não apresentou febre, que ocorre em mais de 90% dos casos, mas como cogitou um médico, “nem deu tempo”.
E como disse anteriormente, senhoras e senhores, este não é mais o caso. Se toda pessoa que chegar com suspeita de meningite ao hospital municipal Ana Neta em Pimenta Bueno, for atendida em tempo hábil, como foi a jovem depois da minha filha, vós estais de parabéns, porque é levando a sério as vossas próprias profissões, e tendo “cuidado”, real, com as pessoas, é que vidas terão uma chance a mais de serem salvas.
Felicidades à jovem que não tem meningite, e parabéns às autoridades pimentenses por este atendimento em tempo hábil.
(Sempre em memória de Izabela Amábile, filha querida e amada)
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